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terça-feira, 18 de outubro de 2011

Presos palestinos comienzan a abandonar las cárceles israelíes

JERUSALEN, 18 (Reuters/EP)



Los presos palestinos han comenzado a abandonar en la madrugada del martes las cárceles israelíes con motivo del pacto suscrito entre el Gobierno de Israel y Hamás para la excarcelación de 1.027 palestinos a cambio de la liberación del soldado hebreo Gilad Shalit, capturado en junio de 2006, según testigos citados por Reuters.



Al parecer, vehículos cargados con presos palestinos han comenzado a abandonar las prisiones hebreas. El primero de ellos trasladaría a mujeres palestinas desde la cárcel central de Israel hasta Cisjordania, acompañadas de personal de seguridad egipcio, que participa en este proceso de excarcelaciones.



Las liberaciones han comenzado pocas horas después de que el Tribunal Supremo de Israel rechazara los recursos presentados por las familias de las víctimas de los atentados perpetrados por los presos que serán excarcelados para impedir la aplicación de este acuerdo.



Según el calendario anunciado por Israel, este mismo martes Shalit será liberado, lo que dará pie al comienzo de las excarcelaciones de palestinos. En una primera fase serán liberados 450 reos, a los que se sumarán 550 en los próximos dos meses.

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MEXICO: Analizan sistema penitenciario



Directores de las cárceles del país buscan mejorar las condiciones de las prisiones

Tijuana.- Entre el hacinamiento y la cuestionada readaptación que se hacen en los penales del país, se llevó a cabo este lunes la sexta edición de la Conferencia Nacional del Sistema Penitenciario en el hotel Camino Real de Tijuana con la presencia de los principales directores de las cárceles del noroeste de México.

El gobernador de Baja California, José Guadalupe, presumió durante la inauguración del evento el trabajo que su gobierno ha hecho en las cárceles del estado.

Manifestó que han realizado importantes mejoras en las prisiones estatales, sobre todo en los rubros de sobrepoblación, que pasó de un 87 por ciento de hacinamiento en 2008 a un 13 por ciento actual; y en crear un arquetipo integral de reinserción social de reos.

Sin embargo, la presidenta de la Comisión de Familiares de Internos y Ex Internos del Sistema Penitenciario, Alicia Aguilar,

señaló en entrevista que el estado aún está lejos de presentar un modelo digno de readaptación.

“Tenemos documentados

casos de torturas en los penales de La Mesa (Tijuana) y El Hongo (Tecate) y al menos una docena de amenazas de motines en los últimos dos años por las condiciones en las que se encuentran los internos. Todavía hay en algunas celdas de Tijuana de 20 a 30 reos. En esas condiciones no se puede lograr una buena reinserción”, dijo Aguilar.

Para Osuna, el sistema penitenciario avanza en la construcción de un modelo humano y eficiente. Su gobierno ha puesto énfasis en las actividades enfocadas en la capacitación, la prevención de la reincidencia, educación y salud del prisionero.

En el estado se ha realizado una transformación de los centros de readaptación social, dijo el mandatario estatal en la conferencia, donde principalmente se ha combatido el hacinamiento al trasladar más de dos mil internos en las instalaciones de El Hongo.

Osuna explicó que construyeron 7 mil 254 nuevos espacios en los penales del estado

y con ello abatieron la sobrepoblación que tenían de un 87 por ciento en 2008 a un 13 por ciento actual; su meta es bajar hasta un 3 por ciento el próximo año.

En septiembre de 2008 sucedieron dos motines en el penal de La Mesa a raíz de que custodios asesinaran a un reo tras torturarlo. En el siniestro murieron oficialmente al menos 23 personas.

Los ponentes a la Conferencia Nacional del Sistema Penitenciario expusieron cinco puntos fundamentales para mejorar la calidad de vida de los internos: trabajo, capacitación, educación, salud y deportes.

El subsecretario del Sistema Penitenciario de la Secretaría de Seguridad Pública federal, José Patricio Patiño, quien encabezó el acto, dijo que la federación comenzará un proceso de certificación de las prisiones estatales con el fin de mejorar las condiciones actuales.

Además, agregó, pretenden comenzar a trasladar a prisioneros acusados por delitos federales en Baja California y la Ciudad de México a cárceles de máxima seguridad conocidos como Ceferesos (Centros Federales de Readaptación Social).

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segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Israel publica nomes de 477 presos palestinos libertados


Israel publicou neste domingo os nomes dos primeiros 477 presos palestinos que serão libertados pelo acordo feito com o grupo radical Hamas em troca do soldado Gilad Shalit, dando início à transferência deles, enquanto associações de vítimas do terrorismo pretendem contestar a medida na Corte Suprema do Estado judaico.

Os prisioneiros, distribuídos em 11 prisões israelenses, começaram nesta manhã a ser concentrados em dois centros de detenção. À prisão de Ketziot Prison, no sul do país, serão enviados os 450 homens; à de Sharon, no centro, as 27 mulheres.

Os beneficiados pela troca são denominados por Israel como "prisioneiros de segurança", enquanto os palestinos os consideram "presos políticos". Na lista, destacam-se nomes como Walid Anajas, condenado pelo atentado a bomba contra o Cafe Moment em Jerusalém, no qual 12 civis morreram e 50 ficaram feridos em 2002, informa a edição online do jornal Jerusalem Post.

Entre os 477 está Nasser Yataima, cérebro do ataque suicida contra o Hotel Park de Netanya no qual morreram 30 civis, Chris al-Bandak, detido por assassinar dois israelenses e ferir outro gravemente, e Musab Hashlemon, condenado a 17 penas de prisão perpétua por enviar dois terroristas suicidas contra um ônibus em Beersheba, num atentado que matou 16 civis em 2004.

Outros dos nomes são Ibrahim Jundiya, que cumpre 12 perpétuas, Fadi Muhammad al-Jabaa, condenado a 18 perpétuas, e Mazen Muhammad Faqha, que articulou o atentado de 2002 contra um ônibus perto de Safed, deixando nove passageiros mortos e 40 feridos.

O movimento Hamas não conseguiu o que desde o início das negociações era uma de suas exigências fundamentais: obter a libertação do carismático líder Marwan Barghouti (do Fatah), do líder Abdullah Barghouti (do Hamas), e o líder Ahmed Saadat (da Frente Popular para a Libertação da Palestina), todos eles condenados a penas de prisão perpétua por assassinato.

Segundo a lei israelense, os cidadãos dispõem de um período de 48 horas para fazer suas alegações ao Tribunal Supremo contra a concessão do perdão, que deverá ser assinado individualmente para cada caso pelo presidente Shimon Peres. Até que a troca seja efetivada, previsivelmente na terça-feira, o Ministério da Justiça manterá aberto um centro de informações para atender às solicitações de dados sobre os presos.

No entanto, associações de sobreviventes e familiares de vítimas de ataques terroristas pretendem levar à Justiça a decisão governamental de libertar os prisioneiros palestinos. A Associação Almagor pediu à Justiça que adie a libertação "para permitir às famílias e àqueles que serão prejudicados pelo acordo a examinar os dados e preparar uma apelação adequada".

"Trata-se de um assunto humanitário de um só soldado contra todo um país que estará em perigo. Esta equação deve ser examinada pela Corte Suprema e não deve ser imune a investigação", declarou o presidente da associação, coronel da reserva Meir Indor, ao jornal Ha'aretz.

Esta organização apresenta duas demandas reivindicações: uma contra a libertação de um número de presos tão amplo e a segunda contra o indulto a alguns casos em particular. Segundo informou neste domingo o Serviço Penitenciário, do total de 477 detentos (dentre eles, 27 mulheres), 131 serão enviados a suas casas na Faixa de Gaza, 108 voltarão a seus lares na Cisjordânia e Jerusalém Oriental e cinco palestinos com cidadania israelense retornarão a suas casas em Israel.

Outros 39 serão exilados e 44 irão também para Gaza, embora estes não sejam originais de lá, da mesma forma que outros 17 que permanecerão expatriados na Faixa durante três anos.

Ao mesmo tempo em que os réus palestinos são transferidos aos postos de controle israelenses, as brigadas de Ezzedeen Al-Qassam - braço armado do Hamas - entregarão o soldado israelense Gilad Shalit, mantido refém desde junho de 2006 quando foi capturado nos arredores de Gaza numa operação que matou outros dois soldados israelenses.

Shalit, que nos mais de cinco anos de cativeiro nunca teve direito a receber assistência humanitária internacional, será levado ao posto de controle fronteiriço de Rafah, onde será entregue às autoridades egípcias, que assumirão sua entrega ao Exército israelense. Representantes do Comitê Internacional da Cruz Vermelha participarão do processo.

A segunda fase da troca será realizada em cerca de dois meses, quando Israel libertará outros 550 presos palestinos cujos nomes ainda serão decididos pelo Estado judaico. Por isso, provavelmente serão prisioneiros que cumprem penas leves.

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Líbia mantém até 7.000 pessoas em prisões precárias, diz ONU

Por Stephanie Nebehay
GENEBRA (Reuters) - Até 7.000 pessoas estão sendo mantidas em dezenas de prisões improvisadas na Líbia, e há sérias acusações e algumas evidências de que o novo governo do país comete torturas contra presos, disse a Organização das Nações Unidas (ONU) nesta sexta-feira.

O Conselho Nacional de Transição (CNT, o governo provisório) não tem um sistema claro de triagem e registro dos detentos, o que facilita os maus tratos, segundo Mona Rishmawi, alta funcionária do órgão de direitos humanos da ONU, que passou uma semana na Líbia.

Entre os presos há pessoas detidas sem documentos em barreiras rodoviárias, supostos mercenários de várias regiões, combatentes leais ao deposto regime de Muammar Gaddafi, capturados nos campos de batalha, ou indivíduos que simplesmente apareciam em listas de pessoas a serem detidas, segundo ela.

"Há milhares de pessoas detidas, estamos falando em um grande número. Podem ser até 7.000", disse Rishmawi, chefe do departamento que analisa questões relativas ao estado de direito.

Ao todo, acredita-se que haja 67 prisões improvisadas na Líbia, ao passo que o regime de Gaddafi tinha poucas penitenciárias de grande porte, segundo ela.

O Comitê Internacional da Cruz Vermelha já visitou pelo menos 40 instalações carcerárias líbias, mas suas conclusões serão apresentadas apenas às autoridades relevantes, disse um porta-voz da entidade nesta sexta-feira à Reuters.

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BRASIL: O Sistema Prisional Brasileiro tem Solução: a Municipalização (I)

O termo municipalização refere-se, especificamente, ao compartilhamento da responsabilidade da União e do Estado com o município, de forma progressiva e gradual, da execução das ações na área do sistema penitenciário, tanto em relação ao preso condenado como ao preso provisório, respeitadas as peculiaridades de cada município.

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VENEZUELA: Gobierno debe precisar cómo mejorará las cárceles


El compromiso gubernamental de sanear el sistema penitenciario, adelantado por el canciller Nicolás Maduro, es uno de los logros del Examen Periódico Universal sobre la situación de los derechos humanos en Venezuela que se desarrolla en la Organización de las Naciones Unidas.

Aunque Maduro no precisó las medidas específicas que se tomarán para disminuir el hacinamiento y la violencia en las prisiones venezolanas, los países que se interesaron en el asunto basaron sus intervenciones en los señalamientos de las organizaciones no gubernamentales venezolanas.

En el informe remitido al Consejo de Derechos Humanos, el Observatorio Venezolano de Prisiones y la ONG Liberados en Marcha señalan que entre 1999 y 2010 murieron 4.506 reclusos y 13.003 resultaron heridos.

Agregan que las medidas de protección acordadas por el sistema interamericano para los reos de las cárceles más violentas del país no han sido efectivamente acatadas por el Estado.

"El trato humano y digno al recluso no ha sido garantizado por el Estado, en vista de la cantidad de maltratos y humillaciones a los que son sometidos los internos durante la realización de las requisas, debido a que estas van acompañadas de golpes y de la destrucción de sus pertenencias. Igualmente, la situación de maltratos se ha extendido a las familias de los presos y demás visitantes", denunció el OVP.

El hacinamiento, documenta la organización, alcanza 356% pues hay 44.552 presos en 33 establecimientos carcelarios, que sólo tienen capacidad para albergar a 12.500.

Descontrol. La ONG Una Ventana a la Libertad hizo énfasis en la ausencia de autoridades estatales en las cárceles, lo cual conduce al autogobierno de los presos, ejercido a través de liderazgos negativos que imponen su voluntad por la fuerza y dirigen los negocios ilegales y enormemente lucrativos.

Entre las recomendaciones de la organización, que fueron reiteradas por varios países que interpelaron al Estado venezolano el viernes 7 de octubre, destacan:

1) Control del acceso de armas de fuego a los establecimientos carcelarios mediante el empleo de mecanismos idóneos de revisión y supervisión, que incluyen la selección de un personal idóneo para esas labores así como la investigación y sanción de los responsables del ingreso de armas.

2) Disminución del número de personas privadas de libertad en los recintos carcelarios para mejorar sus condiciones de vida, pues el hacinamiento de 300% impide la garantía del respeto de los derechos humanos.

3) Celeridad procesal para reducir el alto índice de causas de los reclusos y de esa forma contribuir al descongestionamiento de los recintos carcelarios.

4) Creación de planes de ocupación para la población reclusa, que contribuyan a eliminar los altos índices de violencia.

El Estado venezolano se refirió muy someramente a la situación de las prisiones en el informe remitido a la ONU.

Enunció el Proyecto de Humanización Penitenciaria sin precisar que las metas no han sido cumplidas. Por ejemplo, sólo se construyeron 3 de los 15 establecimientos carcelarios ofrecidos en 2004.


Laura Dupoy: "Aspiramos al provecho para todo el país"

La presidenta del Consejo de los Derechos Humanos de las Naciones Unidas, Laura Dupoy, explicó que la adopción de las propuestas formuladas en el Examen Periódico Universal constituye un acto soberano y un compromiso político de cada Estado, con los cuales se debe comprometer para hacerle seguimiento al avance de los derechos fundamentales de los ciudadanos.

"Esperamos que sea un proceso provechoso para todo el país y el pueblo venezolano", dijo Dupoy sobre la aprobación en Ginebra, Suiza, del informe de la situación de los derechos humanos en Venezuela, reseñó AVN.

En cuanto a las sugerencias que rechace Venezuela, prosiguió Dupoy, la ONU podrá hacerle seguimiento sobre la base de los tratados internacionales suscritos por el país.

Las preguntas y recomendaciones formuladas a Venezuela el 7 de octubre han sido analizadas por un grupo de trabajo integrado por los países que fungen como relatores de la evaluación del Estado (Guatemala, República Checa y Burkina Faso), la Secretaría del Examen Periódico Universal y el representante del Estado ante Naciones Unidas, Germán Mundaraín.

Hoy se debatirá el informe de las propuestas aceptadas y rechazadas por Venezuela. Mundaraín explicó que la reunión durará aproximadamente 30 minutos. "Venezuela estará representada por el canciller Nicolás Maduro, quien determinará cuáles de las consideraciones hechas el viernes en el EPU acoge el país, cuáles serán diferidas para consultarlas con los organismos del Estado y cuáles rechazará", informó AVN.

En marzo de 2012 Venezuela volverá a Ginebra, donde el Consejo de Derechos Humanos revisará el resultado del examen presentado por el país.

"En esa fase, el Estado examinado tiene la oportunidad de presentar sus puntos de vista sobre las conclusiones o recomendaciones de los compromisos y promesas contraídos voluntariamente, podrá responder las preguntas formuladas que no fueron contestadas en el examen y, además, otros actores interesados, como las organizaciones no gubernamentales del país, tendrán la oportunidad de hacer observaciones generales", continuó Mundaraín.

A través de VTV, el agente del Estado, Germán Saltrón, afirmó que muy pocos países han alcanzado los éxitos de Venezuela en materia de derechos humanos. Saltrón cuestionó el tratamiento dado por los medios de comunicación privados al debate en Ginebra.

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ANGOLA: Vice-ministro inaugura segundo bloco prisional da Penitenciaria do Sumbe

Sumbe - O segundo bloco prisional da Penitenciaria do Sumbe, província do Kwanza Sul, foi hoje, segunda-feira, inaugurado pelo vice-ministro do Interior para os serviços de protecção civil e bombeiros, Eugénio Laborinho, que destacou as condições de humanização oferecidas aos detidos.




Após o corte da fita inaugural e ter percorrido os compartimentos dos dois pisos do edificio, Eugénio Laborinho disse aos jornalistas que a sua reabilitação enquadra-se no esforço do Executivo em proporcionar, aos reclusos, as condições sociais de acomodação e de assistência médica e medicamentosa no quadro da promoção dos direitos humanos.





"Acho que estamos de parabéns. O Executivo angolano tem estado a fazer tudo para diminuir a superlotação das cadeias e criar as condições de humanização dos detidos, assim como na sua ocupação em tarefas úteis nos mais diversos ofícios no âmbito dos direitos humanos", frisou.





Por seu turno, o director provincial dos Serviços Prisionais do Kwanza Sul, Noé Nascimento, considerou que a entrada em funcionamento deste bloco representa uma mais valia para a instituição por aumentar a sua capacidade de acomodação de presos.






"Nos últimos tempos temos estado a conhecer alguma superlotação e a inauguração deste edifício desanuvia o primeiro bloco. Deste modo, o sistema de internamento está dentro dos parâmetros recomendados pela carta dos direitos humanos das Nações unidas", realçou.





Para o auto-sustento da instituição, os reclusos são engajados na prática da agricultura para a melhoria ou complementaridade da dieta alimentar, recebida das importações.





A cadeia alberga mil e 247 detidos com direito às três refeições diárias e assistência médica.





O segundo bloco prisional, de dois pisos, alberga 254 reclusos, sendo 120 no primeiro piso e 134 no segundo.





Em termos de divisões comporta 124 celas, WC, um refeitório para 160 reclusos, uma cozinha industrial, geral, um pátio multiuso, copa e uma área de visitas para 18 pessoas.





Na ocasião, o vice-ministro procedeu ainda a entrega de três viaturas de apoio a instituição.





Presenciaram ao acto de inauguração, membros do governo provincial do Kwanza Sul e altos funcionários do Ministério do Interior.

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ONU denuncia casos de tortura em prisões do Afeganistão


Um relatório divulgado nesta segunda-feira pela missão das Nações Unidas no Afeganistão denuncia casos de tortura em 47 prisões de 24 províncias afegãs. As autoridades policiais recorreram a agressões e choques eléctricos para obter confissões dos detidos sobre alegadas ligações aos taliban.

Os casos de tortura ocorreram em estabelecimentos prisionais que se encontram sob controlo do Directório para a Segurança Nacional e da polícia afegã, adianta o relatório da ONU. Ao todo foram entrevistadas 379 pessoas detidas em 47 estabelecimentos prisionais de 24 províncias, entre Outubro de 2010 e Agosto de 2011, e a partir desses relatos concluiu-se que foram usadas técnicas de interrogação que são consideradas tortura à luz da legislação internacional e crimes segundo as leis afegãs.

A denúncia de casos de tortura em prisões afegãs já levou a missão da NATO no Afeganistão (ISAF) a anunciar que iria deixar de transferir detidos para 16 prisões do Afeganistão. O Governo afegão rejeitou no mês passado essas acusações, mas agora o relatório da ONU denuncia que estes casos ocorreram em vários locais e que houve prática de tortura inclusive em detidos com apenas 14 anos.

A investigação da ONU concluiu, no entanto, que estes casos não resultam de uma política deliberada do Governo. “O facto de o Directório para a Segurança Nacional e a polícia afegã terem cooperado com o programa de observação das prisões da ONU sugere que a reforma é possível e desejável, bem como o anúncio por parte do Governo de medidas para acabar com estas práticas abusivas”, adiantou em comunicado Staffan de Mistura, o representante especial da ONU no Afeganistão.

Os representantes das Nações Unidas concluíram que cerca de 46% dos detidos foram submetidos a tortura e deixaram algumas recomendações para que sejam efectuadas reformas no sistema judicial e afegão. Dos 379 detidos interrogados, muitos apresentavam sinais visíveis de terem sofrido agressões. Durante os interrogatórios alguns terão sido colocados em posições de “stress”, torturados com choques eléctricos ou agredidos nos pés ou nos genitais.

“Depois de me levantar, tive que confessar porque não aguentava a dor, não queria que aquilo me voltasse a acontecer, não queria sofrer a mesma dor severa e insuportável”, contou um dos detidos aos responsáveis da ONU.

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VENEZUELA: Ministra Varela asegura que “la conflictividad en las cárceles del país ha disminuido


Caracas, 05 Oct. AVN .- “Es evidente que la conflictividad en las cárceles del país ha disminuido, porque ellos (privados de libertad) necesitan una atención directa”, expresó la ministra para el Servicio Penitenciario, Iris Varela.
Entrevistada este miércoles en el canal Venevisión, Varela indicó que en los recorridos que ha realizado en los últimos días por los recintos penitenciarios ubicados en los estados Guárico y Miranda ha recibido diversas peticiones de parte de los internos.

“Cuando me reúno en los patios y en las propias celdas a conversar con ellos, ellos (reclusos) tienen confianza en que por fin se les va a atender directamente la situación y yo les digo que es producto de que el Estado está demostrando que lleva de manera sistemática una política dirigida a resolver su situación”, dijo.

Recordó que antes de 1999 nunca se hablaba de la situación penitenciaria, “sólo en la Asamblea Nacional Constituyente se analizó la situación de las cárceles en el país, que lamentablemente es un problema crónico, la situación de conflictividad en los recintos no es de ahora, es parte del sistema”.

Expresó su confianza en que esa situación será revertida con la incorporación de los privados de libertad a programas que permitan trabajar en su educación y en su transformación, “que sean capacitados para darles trabajo”.

“Una de las principales líneas que me dio el presidente Chávez es que hay que garantizarle trabajo a esas personas”, afirmó la titular del Ministerio para el Servicio Penitenciario.

Recordó que la coordinación con los diversos órganos del Poder Público favorece la resolución de los problemas presentados en las cárceles del país.

Varela comentó que durante los recorridos “sorpresa” efectuados a los centros penitenciarios ha constatado la labor realizada por los fiscales del Ministerio Público y por el personal de la Defensa Pública.
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ANGOLA: Registo eleitoral vai às cadeias


O ministro do Interior, Sebastião Martins, garantiu ontem, em Luanda, que os cidadãos que se encontram nos estabelecimentos prisionais do país vão poder participar no processo de actualização do registo eleitoral.
Sebastião Martins, que falava à imprensa momentos depois de ter actualizado os seus dados eleitorais, disse que os cidadãos em conflito com a lei podem exercer o direito de voto, desde que não tenham limitação no exercício dos seus direitos políticos e cidadania.
“Foram dadas as instruções para que este trabalho também seja extensivo aos estabelecimentos prisionais com o acompanhamento e supervisão dos órgãos afins do Conselho Nacional Eleitoral e do Ministério da Administração do Território, para que se actualize também o registo dos cidadãos que estão com privação de liberdade mas que na altura das eleições possam exercer o seu direito, de acordo com aquilo que a lei estabelece”, esclareceu.
Sebastião Martins afirmou que o Ministério do Interior, através da Direcção dos Serviços Prisionais e as entidades responsáveis pela actualização do registo, estão a supervisionar o processo para organizar e definir qual a melhor modalidade para o efeito.
Apelou a todos os efectivos do Ministério do Interior, às suas forças, quadros administrativos e de apoio para corresponderem à necessidade de todos os angolanos poderem exercer o seu direito de voto no próximo ano. Sebastião Martins garantiu que as estruturas policiais do Interior estão disponíveis, mobilizadas e preparadas para que no próximo ano exerçam o dever cívico.
“Os efectivos precisam de actualizar o seu registo eleitoral, escolher o seu local de voto e engajar-se na preparação de todas as condições para que, no próximo ano, se assegure, de forma plena, o exercício deste importante acto de cidadania”, defendeu.
O acto contou com a presença dos vice-ministros do Interior para a Protecção Civil e Bombeiros, Eugénio Laborinho, e para a Ordem Interna, Ângelo Veiga, que também efectuaram a actualização do registo eleitoral.






Elogios de Cristiano André


O juiz-presidente do Tribunal Supremo, Cristiano André, louvou ontem, em Luanda, a ideia de instalar brigadas de registo eleitoral em locais de trabalho. O alto magistrado judicial disse que a iniciativa traz grandes vantagens, porquanto facilita a adesão dos trabalhadores ao processo de registo eleitoral, sem perda de muitas horas de trabalho.
Cristiano André, que falava depois de ter feito a actualização do registo na brigada número 65.308, instalada na Imprensa Nacional, disse esperar que até à data do encerramento deste processo, em Dezembro, esteja registada a maioria, senão a totalidade dos angolanos que têm capacidade eleitoral.
A chefe da secretaria-geral do Tribunal, Teresa José Marcolino, também fez ontem, na mesma brigada, a actualização do registo eleitoral, na companhia de magistrados e vários funcionários do Ministério Público.
Teresa Marcolino caracterizou o acto de importante, pois constitui um dever para todo o angolano amante da paz. A secretária-geral do Tribunal Supremo vai votar na sua área de residência, no Projecto Nova Vida. Para o chefe da brigada 65.308, Rodrigues Edmundo Albano, a aderência dos magistrados e funcionários do Ministério Público constitui sinónimo de valorização do processo do registo e actualização eleitoral.
Segundo ele, a instalação das brigadas nos locais de trabalho tem muitas vantagens e é uma forma de ir ao encontro do eleitor para economizar o seu tempo e evitar deslocações na procura de locais de registo.
Albano apelou aos eleitores, particularmente aos jovens, para não deixarem essa tarefa para os últimos dias, pelo que devem dirigir-se já às brigadas de registo e actualização eleitoral.

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VENEZUELA: Iris Varela planea visitar las cárceles sin avisar


La titular del recién creado Ministerio para Asuntos Penitenciarios, Iris Varela, confesó que está usando el elemento sorpresa al visitar algunas cárceles del país, como parte del recorrido que efectúa para identificar los problemas más neurálgicos del sistema.

“Los que trabajan conmigo en el despacho saben que yo puedo decir "mañana vamos para El Rodeo" y en el momento de la visita cambio la decisión para ir a otro centro. A mí me interesa caer de sorpresa para verificar muchas cosas, las actuaciones de algunos funcionarios, por ejemplo”, relató Varela, durante una entrevista en Venevisión.

Sobre la conflictividad en las cárceles venezolanas, precisó que ha disminuido “porque ellos (los privados de libertad) necesitan una atención directa”. Indicó que en los recorridos que ha realizado en los últimos días por los recintos penitenciarios de los estados Guárico y Miranda ha recibido diversas peticiones de parte de los internos.

“Cuando me reúno en los patios y en las propias celdas a conversar con ellos, ellos (reclusos) tienen confianza en que por fin se les va a atender directamente la situación”, dijo, según la Agencia Venezolana de Noticias (AVN).

Expresó su confianza en que esa situación será revertida con la incorporación de los privados de libertad a programas que permitan trabajar en su educación y en su transformación, “que sean capacitados para darles trabajo”.

Varela comentó que durante los recorridos "sorpresa" efectuados a los centros penitenciarios ha constatado la labor realizada por los fiscales del Ministerio Público y por el personal de la Defensa Pública.

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quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Iris Varela: Conflictividad en las cárceles del país ha disminuido


ND.- De acuerdo a la ministra Iris Varela, “la conflictividad en las cárceles del país ha disminuido”. Afirmó que los reclusos “tienen confianza en que por fin se les va a atender directamente” y consideró que el Estado “está demostrando que lleva de manera sistemática una política dirigida a resolver su situación”.

opinan los foristas

Así lo recoge AVN:

“Es evidente que la conflictividad en las cárceles del país ha disminuido, porque ellos (privados de libertad) necesitan una atención directa”, expresó la ministra para el Servicio Penitenciario, Iris Varela.

Entrevistada este miércoles en el canal Venevisión, Varela indicó que en los recorridos que ha realizado en los últimos días por los recintos penitenciarios ubicados en los estados Guárico y Miranda ha recibido diversas peticiones de parte de los internos.

“Cuando me reúno en los patios y en las propias celdas a conversar con ellos, ellos (reclusos) tienen confianza en que por fin se les va a atender directamente la situación y yo les digo que es producto de que el Estado está demostrando que lleva de manera sistemática una política dirigida a resolver su situación”, dijo.

Recordó que antes de 1999 nunca se hablaba de la situación penitenciaria, “sólo en la Asamblea Nacional Constituyente se analizó la situación de las cárceles en el país, que lamentablemente es un problema crónico, la situación de conflictividad en los recintos no es de ahora, es parte del sistema”.

Expresó su confianza en que esa situación será revertida con la incorporación de los privados de libertad a programas que permitan trabajar en su educación y en su transformación, “que sean capacitados para darles trabajo”.

“Una de las principales líneas que me dio el presidente Chávez es que hay que garantizarle trabajo a esas personas”, afirmó la titular del Ministerio para el Servicio Penitenciario.

Recordó que la coordinación con los diversos órganos del Poder Público favorece la resolución de los problemas presentados en las cárceles del país.

Varela comentó que durante los recorridos “sorpresa” efectuados a los centros penitenciarios ha constatado la labor realizada por los fiscales del Ministerio Público y por el personal de la Defensa Pública.

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sexta-feira, 30 de setembro de 2011

BRASIL: Serviço comunitário pode ser incluído no sistema penal

Luanda - O ministro do Interior, Sebastião Martins, anunciou segunda-feira, em Luanda, a intenção do Executivo incluir no sistema penal a prestação de serviço comunitário, como medida alternativa a reclusão.

Segundo o governante, falando à Rádio Nacional de Angola (RNA), tal medida deverá ser aplicada a cidadãos que tenham cometido crimes menos graves e pela primeira vez, estando ainda em equação o pagamento de multas como uma alternativa a reclusão que custa ao Estado um preço elevado com a manutenção dos condenados em recintos prisionais.

“Tornar clara a ideia de quem nem sempre as falhas que cada um comete perante a sociedade seja penalizado sempre com a privação da liberdade. Penso que é muito mais útil que um elemento apanhado pela primeira vez desencartado, ao invés de ser condenado a reclusão por 30 ou 45 dias, ser obrigado a prestar serviço num hospital ou no beiral durante determinadas horas por dia ou então executar acções de limpeza em áreas públicas como jardins e parques. Há uma série de acções que podem ser desenvolvidas em alternativa a reclusão”, reforçou.

De acordo com o ministro, a reclusão obriga a que o Estado tenha custos adicionais ligados a acomodação, alimentação, saúde e outros apoios, como por exemplo de natureza psicológica, bem como o facto de o cidadão, em caso de ser trabalhador, ficar privado de dar o seu contributo rumo ao desenvolvimento do país.

“Há vantagens e pelos resultados de experiências de outros países, as medidas alternativas são também um complemento que devem ser agregados ao sistema penal em Angola". disse.

Sebastião Martins afirmou que a ideia já foi bem aceite pela comissão de revisão da reforma do Código Penal, manifestando o desejo de que as medidas alternativas possam ser incluídas no novo código. “O mais importante é que tenhamos a reclusão como último recurso para alguns casos. É uma forma de fazer com que os cidadãos que estão em conflito com a lei possam sempre ter alternativas de modo a puderem prestar contas a sociedade sobre a sua conduta". avançou.

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ANGOLA:Comandante-geral da Polícia considera visita a Cuba bastante positiva

Luanda – O comandante-geral da Polícia Nacional, Ambrósio de Lemos, considerou hoje, quinta-feira, em Luanda, “bastante positiva”, a visita de cerca de uma semana que a delegação do Ministério do Interior efectuou a Cuba.




Em declarações à Angop no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, Ambrósio de Lemos, que Integrou a delegação chefiada pelo ministro do Interior, Sebastião Martins, disse que a visita serviu para troca de experiências quer policial quer no domínio dos Serviços de Migração, entre outros sectores.




“No referente à área policial abordamos questões concretas sobre a situação fronteiriça, pois interessamo-nos pela experiência que Cuba tem no controlo da sua fronteira”, afirmou.




Pelo facto da comitiva integrar outros órgãos que compõe o Ministério do Interior, que foram objecto de reuniões separadas, as conversações culminaram com a assinatura de um Memorando de Entendimentos.




O Memorando, que cobria os vários sectores, versou essencialmente sobre a formação de quadros, tendo sido assinado pela parte angolana pelo director do Intercambio e Cooperação do Ministério, e por Cuba pelo vice-ministro do Interior.




A comitiva chefiada pelo ministro Sebastião Martins integrou, além do comandante-geral da Policia, o director dos Serviços de Migração e Estrangeiros, o chefe adjunto dos Serviços de Informação do Ministério, os directores do Intercâmbio e Cooperação e dos Serviços Prisionais do Ministério do Interior, assim como o director dos Recursos Humanos da Polícia Nacional.

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segunda-feira, 19 de setembro de 2011

ANGOLA:Melhoria dos serviços dá dignidade aos presos


O ministro do Interior, Sebastião Martins, procedeu à inauguração, há dias, de uma nave anexa à cadeia de Viana, denominada Bloco D, destinada a oferecer melhores condições de acomodação aos reclusos. O ministro anunciou que teve início este mês a reabilitação de seis estabelecimentos prisionais, com destaque para o Huambo, Malange e Uíge. "O desafio do Ministério do Interior é dignificar o sistema prisional", disse.
Às primeiras horas da manhã de sexta-feira, 9 de Setembro, no Estabelecimento Prisional de Viana, notou-se um ambiente diferente. Dezenas de viaturas entram e os seus ocupantes saúdam os reclusos que ali cumprem a sua pena de prisão.
No lado esquerdo do complexo prisional, uma nova imagem. Trata-se de uma cadeia anexa, chamada Bloco D, construída de raiz durante 24 meses.
O objectivo daquela infra-estrutura é melhorar as condições de acomodação dos mais de 3.500 reclusos, entre homens e mulheres.
Com a cor de tijolo na sua parte exterior, a nova cadeia anexa de Viana tem capacidade para 600 reclusos, contendo 12 naves equipadas com beliches, colchões novos, televisores e ventoinhas. A nova cadeia tem áreas de parlatório, cozinha, refeitório equipado com fogão industrial para confeccionar mais de 400 refeições e lavandaria. Apresenta igualmente seis celas disciplinares, armazém, área de controlo penal e um pátio ao ar livre para recreio dos reclusos.

Satisfação





Diniz Manuel da Cruz, que cumpre uma pena de prisão de oito anos, louvou a iniciativa do Executivo em proporcionar aos reclusos melhores condições de acomodação e pediu para que construções do género se estendam a outros estabelecimentos prisionais do país.
Ele disse ainda que a construção de outras infra-estruturas do género vai permitir que os reclusos se sintam mais à vontade e possam ter espaço suficiente para se recrearem enquanto cumprem a pena.
João Paulo, 48 anos, está detido há 13 anos. Mostrou-se satisfeito com a iniciativa do Executivo em colocar à disposição dos reclusos novas instalações, que em seu entender vão ajudar a melhorar este bicudo problema de superlotação das cadeias.
João Paulo diz que com a inauguração do empreendimento e as condições nele visíveis, como cama, ventoinha e televisor, os detidos hão-de sentir-se mais valorizados.
Morais Domingos Gomes Saluti, 21 anos, foi condenado a quatro meses de prisão. Encontrámo-lo sentado no meio de muitos jovens conversando sobre as condições postas à sua disposição pelo Executivo. Afirmou que iniciativas do género ajudam a levantar o moral, na medida em que se sentem valorizados.
Morais disse ser necessário criar essas condições no sentido de se evitar doenças e má nutrição. Espera que outros reclusos, que se encontram noutras cadeias, no mais curto espaço de tempo, possam igualmente dispor das mesmas condições de acomodação e alimentação.

Preocupação

O recluso João Paulo pediu aos órgãos de Justiça maior dinamismo na tramitação processual porque, segundo afirma, há letargia no processo. "Estou há 13 anos e cinco meses detido e já devia estar em liberdade condicional. Penso que o Ministério do Interior e da Justiça deviam velar mais pelas questões inerentes à liberdade condicional, no sentido de ajudar a desafogar as cadeias", referiu.
O seu colega de cela, Morais Domingos, foi condenado a quatro meses de prisão e afirma estar já há seis meses, mais dois que o previsto e diz as razões. "Disseram-me que se não pagar a caução, fico mais dois meses, o que está a acontecer. Já estou por cima da minha pena".

Alegria

Durante a inauguração da cadeia anexa, que juntou várias personalidades da sociedade civil, como o deputado à Assembleia Nacional António Cortez, o provedor de Justiça, Paulo Tchipilica, e o Procurador-Geral adjunto da República, Miguel Manuel, houve declamação de poesia e música por reclusos, que cantaram ao som de viola.

Ensino

Os Serviços Prisionais, órgão do Ministério do Interior, controlam a execução das penas e as medidas de segurança impostas pelos tribunais aos cidadãos condenados e velam pela reeducação e reinserção social dos reclusos, apostando na educação, com frequência às aulas, desde a primária ao ensino médio.
Há ainda perspectivas de abrir o ensino superior, numa primeira fase com ensino à distância e a criação de núcleos, como anunciou o ministro do Interior, Sebastião Martins. Esta novidade deixou satisfeitos os reclusos, que manifestaram a sua ansiedade em frequentar o ensino superior. O processo vai permitir que quando um recluso terminar a pena, possa sair com o diploma na mão.

Superlotação

A problemática da superlotação nos estabelecimentos prisionais no país não passa só pela construção de mais infra-estruturas, mas também por outras medidas, como o trabalho comunitário.
O director nacional dos Serviços Prisionais, Domingos Ferreira de Andrade, considerou que os indicadores demonstram que de 1976 a 2010, o sistema penitenciário conheceu um aumento gradual de reclusos. Actualmente, existem no país, segundo o responsável, 11.692 lugares disponíveis em 34 estabelecimentos prisionais para o internamento de 19.827 reclusos. Ou seja, há 8.135 reclusos acima da capacidade instalada. Diariamente são internados em média 90 reclusos, com tendência de aumento, prevendo-se que até 2012 esta cifra se eleve para 29.243 reclusos.
A situação da superlotação nas cadeias preocupa o Ministério Interior, que ensaia várias opções para desafogar as cadeias, além da construção de mais infra-estruturas prisionais. Entre as várias medidas em estudo, uma delas tem a ver com a prestação de serviços à comunidade pelo cidadão apanhado pela primeira vez a conduzir sem carta.
Tudo isto na esperança de se reduzir a superlotação das cadeias. A cadeia de Viana tem 3.689 reclusos para uma capacidade de 2.436 lugares.

Crescimento

Domingos Ferreira de Andrade afirmou que entre 1976 e 2010 as infra-estruturas prisionais cresceram sete por cento e a população penal conheceu uma subida de 81 por cento, considerando que, a par de outras medidas, ser importante a construção de outros estabelecimentos prisionais. Para o responsável, a inauguração da cadeia anexa de Viana vem reduzir a superlotação, constituindo mais-valia para a melhoria das condições de habitabilidade e assistência aos reclusos.
Domingos Ferreira de Andrade disse que a construção de novas cadeias vai permitir uma aplicação mais adequada de políticas de ressocialização e regeneração, compartimentação dos reclusos de acordo com a faixa etária, tipo de crime e grau de reincidência.

Dignidade

A melhoria das condições dos reclusos, com a construção e reabilitação de Estabelecimentos Prisionais em curso no país, é um passo para a dignificação da pessoa humana e a humanização do Sistema Prisional no país, em obediência aos padrões de regras mínimas de tratamento de reclusos, sustentada na lei penitenciária (lei 8/2008, de 29 de Agosto), segundo Domingos Ferreira de Andrade.
De acordo com o responsável, a construção ou ampliação de infra-estruturas está associada à política de formação profissional, especialização permanente dos técnicos dos serviços prisionais e aprimoramento de métodos e meios de apoio à assistência prisional.

Reabilitação

De modo a oferecer melhores condições de acomodação aos reclusos e reduzir a superlotação nos estabelecimentos prisionais, o ministro do Interior, Sebastião Martins, anunciou que teve já início, neste mês de Setembro, a reabilitação de seis estabelecimentos prisionais em algumas províncias do país, como Huambo, Malange e Uíge, para aumentar a capacidade de internamento e reduzir a superlotação em cerca de 21 por cento. As obras têm a duração de oito meses, segundo o ministro.
Depois do mês de Março de 2012, outros estabelecimentos prisionais vão ser igualmente reabilitados. O Ministério do Interior deseja que até 2013 se tenha a situação estabilizada, sem superlotação e com condições dignas no internamento e ressocialização dos reclusos.



FONTE

BRASIL:Entenda na prática o que é Auxílio reclusão?


Muito se discute na midia brasileira a respeito do auxílio-reclusão e muitos pensam que os valores concedidos pelo Governo Federal é direcionado aos presos, o que não é verdade



Veja bem que o auxílio-reclusão, constitui benefício da Previdência Social, regulado pela Lei n.8.213, de 24 de junho de 1991, que visa a proteção dos dependentes carentes do segurado preso, impossibilitado de prover

a subsistência dos mesmos em virtude de sua prisão.



Tal beneficio, possui natureza alimentar, visando garantir o sustento dos dependentes do preso que, de um momento para outro, podem encontrar-se sem perspectivas de subsistência.



O auxílio-reclusão, trata-se de um benefício destinado exclusivamente aos dependentes do preso, sem caráter indenizatório, não possuindo o preso nenhum direito sobre ele.



Tal benefício é devido tanto nas hipóteses de prisão provisória (enquanto responde processo) quanto de prisão definitiva (preso condenado) e exige para a sua concessão a prova da perda de liberdade do segurado, a inexistência de remuneração da empresa em que ele trabalhava e não se encontrar o mesmo no gozo de auxílio-doença, de aposentadoria ou de abono de permanência em serviço.



O auxílio-reclusão tem início na data do efetivo recolhimento do segurado ao estabelecimento penal e é mantido enquanto o segurado permanecer preso. Dá-se a sua suspensão em caso de fuga, restabelecendo- se com a recaptura do preso. Havendo sua soltura, cessa a concessão do auxílio.



O auxílio-reclusão é, ainda hoje, alvo de muitas críticas, tendo em vista tratar-se de um benefício de contingência provocada, originada pelo próprio preso, que deu causa com o seu ato à causa geradora do mesmo.



Deve-se considerar, contudo, conforme já afirmado, que o benefício visa a proteção dos dependentes do preso segurado da Previdência Social, que enfrentam situações de extremas dificuldades com a prisão do seu provedor, colocados, na maioria das vezes, na condição de abandono total.



O preso, ao contrário, será assistido pelo Estado nas suas necessidades básicas, não tendo direito, ele próprio, de desfrutar do benefício concedido.



O valor do auxílio-reclusão corresponderá ao equivalente a 100% do salário-de-benefício, ou seja, o segurado somente terá direito ao auxilio reclusão se o preso até os ultimos 12 meses antes de ser preso, ganhava de

seu empregador o total de R$ 862,60 (oitocentos e sessenta e dois reais e sessenta centavos), fora isso, não terá direito ao auxílio-reclusão.



O que se conclui é que não são todas as pessoas dependentes que terão direito ao auxílio-reclusão.



Enfim, para se solicitar o benefício a o dependente deverá entrar em contato por meio de agendamento prévio, no portal da Previdência Social na Internet, pelo telefone 135 ou nas Agências da Previdência Social, mediante o cumprimento das exigências legais.


Fonte: Alexandre William de Andrade.

AUSTRÁLIA: APELO DA IGREJA PELA SITUAÇÃO NAS PRISÕES

Broome, 16 set (RV) - “Construir pontes, não muros”: é o apelo lançado pela Conferência Episcopal da Austrália em relação à questão carcerária no país. O chamado está contido no documento pragmático 2011-2012, publicado recentemente pelo Conselho australiano católico para a Justiça Social. O organismo, ligado à Conferência Episcopal local, é presidido pelo Bispo de Broome, Dom Christopher Saunders.

“Devemos refletir sobre a situação dos detentos, escreve o bispo no prefácio do documento. Entre 1984 e 2008, o número de australianos na prisão quase dobrou. Mas a taxa de criminalidade permaneceu inalterada ou diminuiu”. Sem levar em consideração que “a maioria dos presos australianos provêm de camadas mais desfavorecidas da sociedade: indígenas, marginalizados, doentes mentais. Assim sendo, devemos nos perguntar se o judiciário realmente administra a justiça em nossas comunidades”.

Naturalmente, continua Dom Saunders no seu prefácio, “não estamos tentando justificar os crimes ou minimizar o terrível impacto que eles podem ter sobre as pessoas inocentes”. No entanto, é necessário fazer algumas perguntas: “Por que tantas pessoas estão em prisões na Austrália? Existem alternativas construtivas para a prisão? O que você faz para ajudar os presos a levar uma vida profícua, uma vez cumprida a pena?”

Agradecendo, em seguida, “o incansável trabalho” de todos os capelães carcerários, o prelado recorda a atenção de Jesus para com os marginalizados, assim como a prisão sofrida por tantos mártires católicos. A esperança é que o documento pragmático ajude os australianos a não se esquecerem da questão carcerária.

Dividido em três seções - intitulado “A prisão última praia?", “O ensinamento da Igreja”, “Qual é a resposta dos cristãos?” – o documento traz também muitos exemplos de capelães de prisão.

Entre os pontos mais sublinhados, há a desigualdade de tratamento dos prisioneiros nos diversos cárceres do país, o chamado a respeitar a dignidade humana de todas as pessoas, inclusive aqueles que cometeram um crime, um convite a buscar uma solução para os fatores sociais que contribuem à criminalidade, o chamado a contribuir para a reintegração dos ex-presos na sociedade, bem como pensar em alternativas realistas à detenção. Finalmente, os cristãos são chamados a construir um “novo sentido de comunidade”, seguindo o exemplo da parábola evangélica do filho pródigo. (SP)

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quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Continúan huelga de hambre en las cárceles de Baréin

Un activista bareiní manifestó de la realización de huelgas de hambre en algunas cárceles de Baréin.



Según recoge Al Alam, el político bahreiní Karim Almahrus, dijo ayer domingo que más de cien reclusos en más de tres cárceles, han iniciado huelgas de hambre.

Este activista político dijo que la oposición pide la liberación urgente de los presos políticos, el cese de los juicios en tribunales militares y el levantamiento de las confesiones obtenidas bajo torturas.

Karim Almahrus calificó de grave la situación física de los huelguistas y dijo que algunos de ellos fueron trasladados al hospital.

Este activista acusó al régimen de Al Jalifa de tergiversar las realidades de Baréin y dijo que el régimen gobernante impide la entrada de los representantes de las organizaciones jurídicas internacionales a Baréin a la vez que oculta las realidades de esta organización.

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NATO suspende transferências para algumas prisões afegãs devido a relatos de tortura

A missão da NATO no Afeganistão suspendeu a transferência de detidos para várias prisões afegãs depois de relatos generalizados de torturas, noticiou a BBC.
Um relatório da ONU que ainda não foi publicado descreve a forma como prisioneiros foram espancados, e em alguns casos torturados com choques eléctricos. Refere ainda que alguns comandantes da polícia e responsáveis dos serviços de informação têm prisões secretas.

De acordo com a estação britânica, membros da missão da NATO encontraram-se com chefes da segurança nacional afegã para os informar de que poderá cessar a transferência de detidos em sete províncias, incluindo Khost (Sudeste), Takhar (Norte) e Heart (Oeste). De resto, a transferência de presos em Kandahar, província que tem assistido a intensos combates, já foi interrompida. Trata-se de um forte revés para a transferência de segurança, segundo um responsável da Força Internacional de Assistência e Estabilização (ISAF).

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terça-feira, 19 de julho de 2011

BRASIL-Sejudh visita unidades prisionais no interior e anuncia investimentos


Foram feitas vistorias nas instalações das unidades e conferidos os programas de ressocialização
Nove unidades prisionais visitadas em três dias e quase 800 km de estradas percorridas na região sul de Mato Grosso. Esse é o resultado do primeiro roteiro de visitas técnicas que o secretário Paulo Lessa, titular da Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), realizou entre os dias 12 e 14 de julho. O programa tem o objetivo de verificar as condições de funcionamento do sistema penitenciário no interior do Estado para realização de um diagnóstico real da situação e encaminhamento das soluções. Acompanharam o secretário o tenente coronel Clarindo Alves de Castro, secretário-adjunto de Administração Penitenciária e o superintendente de Cadeias Altair Júnior.

No primeiro dia na estrada, foram visitadas as cadeias públicas dos municípios de Jaciara e Juscimeira, seguida da penitenciária Mata Grande em Rondonópolis. No segundo dia a visita começou pela cadeia pública de Rondonópolis, passou pela unidade Sócio Educativa que atende os adolescentes em conflito com a lei e chegou até o município de Pedra Preta, onde o secretário recebeu a obra da reforma completa das instalações da cadeia pública. Já no terceiro dia foram visitadas as cadeias públicas de Poxoréu, Primavera do Leste e Chapada dos Guimarães.

Durante as visitas foram feitas vistorias nas instalações das unidades e conferidos os programas de ressocialização desenvolvidos com os reeducandos. Paulo Lessa conversou com diretores, técnicos, agentes penitenciários, assistentes e também atendeu a população carcerária. A presença do secretário nas unidades prisionais e a disposição de atendimento a todos foi reconhecida e valorizada. Os servidores disseram que pela primeira vez recebiam a visita de um secretário de Estado nas unidades prisionais.

Na avaliação de Paulo Lessa a ação foi positiva e deverá contemplar até o final do ano a totalidade das unidades prisionais formada por 54 cadeias públicas e seis penitenciárias. De acordo com o secretário as unidades prisionais da capital são visitadas com freqüência e o programa de visitas ao interior foi instituído para ampliar a visão do que já se conhece sobre o sistema penitenciário no Estado. Ele ressaltou que as visitas também contribuem para fortalecer os argumentos da pasta da (Sejudh) em defesa de maior orçamento para o Sistema Penitenciário.

INVESTIMENTOS
Entre as constatações o secretário destacou a fragilidade das instalações das cadeias públicas, as quais sofrem com problemas de infra estrutura. Os prédios são antigos e não comportam a demanda atual do sistema penitenciário. De acordo com Paulo Lessa, no início do ano foram elencadas pela (Sejudh) 26 unidades prisionais como prioritárias para receberem melhorias. Nesse sentido ele destacou a conclusão da reforma completa da cadeia de Pedra Preta, que estava interditada e deverá entrar em funcionamento nas próximas semanas. O secretário também confirmou o início da reforma da cadeia de Poxoréu. A obra já foi licitada e deverá ter início assim que a Delegacia da Polícia Civil que funciona no mesmo local for transferida.

MATA GRANDE

Durante a visita em Rondonópolis Paulo Lessa anunciou também investimentos na penitenciária Major Eldo Sá Corrêa, conhecida como Mata Grande. A unidade prisional será contemplada pelo Estado com reformas orçadas em mais de um milhão de reais. De acordo com o secretário o projeto da obra já foi finalizado e encontra-se em trâmite para a abertura do processo licitatório. A penitenciária é a segunda maior unidade do sistema penitenciário de Mato Grosso e abriga atualmente uma população carcerária de 946 reeducandos. No local foram constatados vários problemas na infra estrutura. O mais grave deles ocorre na cobertura devido às infiltrações de água das chuvas.

Entre as considerações registradas pela comitiva, Paulo Lessa observou que diferentemente da capital e de outras regiões do Estado, as unidades visitadas não enfrentam a superlotação. Os problemas maiores se resumem as questões de infra estrutura e déficit de veículos. Ele destacou o empenho da direção e dos servidores no trabalho diário nas unidades prisionais e se surpreendeu com o cultivo das hortas em todas as unidades em funcionamento. A preparação do terreno e o cultivo das hortaliças e legumes são feitos por reeducandos. De acordo com o secretário, as ações de ressocialização são predominantes nos presídios da região, entre elas, as atividades focadas na Educação.
TORNOZELEIRAS

O monitoramento eletrônico de reeducandos por meio do equipamento conhecido como tornozeleira fez parte da pauta da visita. Durante encontro com os servidores nas unidades prisionais Paulo Lessa anunciou que a (Sejudh) abriu processo licitatório para adquirir 5 mil tornozeleiras. Ele explica que o uso será gradativo e atenderá as determinações do Poder Judiciário para os detentos que se enquadrem ao perfil exigido para tal benefício.

FONTE

Direcção

Direcção

Mensagem de boas-vindas

"...Quando um voluntário é essencialmente um visitador prisional, saiba ele que o seu papel, por muito pouco que a um olhar desprevenido possa parecer, é susceptível de produzir um efeito apaziguador de grande alcance..."

"... When one is essentially a volunteer prison visitor, he knows that his role, however little that may seem a look unprepared, is likely to produce a far-reaching effect pacificatory ..."

Dr. José de Sousa Mendes
Presidente da FIAR