Mostrando postagens com marcador projecto. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador projecto. Mostrar todas as postagens

sábado, 21 de novembro de 2009

PROJECT PUPPIES BEHIND BARS

"In 1990, my husband and I adopted a Labrador Retriever from one of North America's most prestigious guide dog schools, Guiding Eyes for the Blind in Yorktown Heights, New York. 'Arrow' had been on his way to becoming a guide dog but was released from the program for medical reasons. Upon adopting Arrow, I began reading about the special breeding and training that had gone into him and was amazed to discover how much time, effort, love, and money ($25,000) is behind each guide dog.
A large part of the extraordinary effort that goes into these special dogs comes from 'puppy raisers' -- individuals or families who take specially bred puppies into their homes when the pups are just eight weeks old and who spend the next sixteen months teaching them basic obedience skills and socializing them to enter the world at large. Socializing the dogs is actually the main component of a puppy raiser's task, for socialization is what helps these dogs become confident. Confidence is the most important trait for a working dog to have, but as it is not hereditary, it is the one trait which cannot be bred into dogs. Dogs become confident by being around human beings and by being introduced to a variety of situations at a measured pace. After twelve to eighteen months, PBB dogs leave their puppy raisers, return to the school from which they came, and are given a series of tests to determine their level of confidence. If they pass the tests, they go on to five or six months of professional training. Dr. Thomas Lane, a veterinarian in Florida, thought that prison inmates would make excellent puppy raisers, and started the first guide-dog/prison program. Not only do inmates have unlimited time to spend with the puppies, but they benefit from the responsibility of being puppy raisers in ways that are especially important to their rehabilitation: they learn patience, what it is like to be completely responsible for a living being, how to give and receive unconditional love, and -- since puppy raisers take classes and train the dogs together -- how to work as a team. After several months of research, I decided to leave my job on New York Mayor Giuliani's Youth Empowerment Services Commission and devote myself full-time to founding a non-profit organization dedicated to training prison inmates to raise puppies to be guide dogs for the blind. Puppies Behind Bars, Inc. formally came into existence in July 1997, and we initiated the program at the Bedford Hills Correctional Facility in November 1997. We began with five puppies in the Bedford Hills Correctional Facility, New York State's only maximum-security prison for women, and now work in six correctional facilities raising approximately 90 puppies. PBB strives to meet the current needs of the communities in which we work and has expanded its goals accordingly. After the events of September 11, 2001, law enforcement agencies' need for working dogs increased dramatically. To help meet this demand, PBB added the training of explosive detection canines (EDCs) to its program. In 2006, PBB started raising dogs to assist disabled children and adults and launched Dog Tags: Service Dogs for Those Who’ve Served Us, through which we donate fully trained service dogs to wounded soldiers coming home from Iraq and Afghanistan. The pups live in the cells with their primary raisers, go to classes administered by Puppies Behind Bars once a week, and are furloughed two or three weekends a month to 'puppy sitters' who take the dogs into their homes in order to expose them to things they won't experience in prison. These can be as simple as hearing doorbells or the sounds of a coffee grinder, and as complex as learning how to ride in a car and walk down a crowded sidewalk. The puppies live in prison for sixteen months, after which they are tested to determine their suitability for training as service dogs for the disabled or explosive detection canines for law enforcement. If they are deemed suitable, Puppies Behind Bars returns them to the schools where they continue their formal training. If they do not continue on the track to become working dogs, Puppies Behind Bars donates them to families with blind children. In either case, these puppies, raised in such a unique environment, spend their lives as companions to people who need them. After working with the puppy raisers and their puppies, I am proud of what is being accomplished. The inmates have taken tiny little creatures, who were not housebroken, did not know their names, and obeyed no commands, and have transformed them into well-behaved young pups who are a joy to be around. The raisers, too, have matured: the responsibility of raising a dog for a disabled person and the opportunity to give back to society are being taken very seriously. Puppy raisers show the pups tenderness and love, which had not been given expression before, and are deeply committed to supplying the solid foundations upon which guide dogs are made. The puppies have affected the lives not only of their puppy raisers, but of virtually all the inmates and staff at the prison. It is literally impossible to walk a puppy around without being stopped by inmates who want to pet the dogs or who want to just say 'hi' to them, and I am constantly being approached by corrections officers and senior staff who ask me about the puppies' training. One of our particularly sensitive pups goes to several different areas of the prison: the sixteen- and seventeen-year-old inmates play with her; domestic violence classes use her to get the women to open up and talk; and she even visits inmates who are about to go before the parole board, for it has been found that her presence has a calming effect on the women. Puppies Behind Bars is in need of funds to continue and expand our work. We pay 100% of all costs associated with raising puppies in prison, including dog supplies, educational supplies for the puppy raisers, teachers' salaries, and travel.

Sign up if you are interested in receiving our newsletter.Thank you.


Gloria Gilbert StogaPresidentPuppies Behind Bars, Inc."

source

terça-feira, 12 de maio de 2009

Novo Projecto da FIAR

A FIAR reunir-se-á nos próximos dias, com os responsáveis pelo Pelouro de Acção Social da Câmara Municipal de Cascais, a fim de apresentar o seu Projecto de Casa de Transição, já concretizado pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, e de discutir a sua viabilidade.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Projecto "Um dia na prisão"

Objectivo Sensibilizar os jovens para o exercício de uma cidadania responsável e prevenir a criminalidade
Destinatários Jovens integrados em grupos de socialização (escolas, Instituições de Acolhimento, tempos livres, etc.)
Organizações envolvidas Escolas, Instituições tuteladas pela Segurança Social, ONG, IPSS e outras organizações
Duração de cada sessão do projecto O Projecto inclui três fases: sessões de preparação com os destinatários, um dia passado na prisão e sessões subsequentes dinamizadas pelas organizações que enquadram os jovens.
Metodologia
Fase I Sessões Prévias
As sessões prévias incluem dois momentos: a) apresentação e sensibilização às organizações beneficiárias do projecto e b) dinamização de sessões formativas com os professores/ monitores e jovens beneficiários.
Fase II dia na Prisão
O dia na prisão decorre em três momentos:
1. Estou Privado da Liberdade!Os jovens são envolvidos numa experiência simulada, em ambiente prisional, que lhes permite sentir o que significa estar privado da liberdade. Conhecem um pouco de todas as facetas da vida prisional, na óptica de um recluso.Esta acção será enquadrada por técnicos e pessoal do corpo da guarda prisional
2. Percebo a importância de ter controlo sobre a minha vida.À conversa com reclusos seleccionados, os jovens apercebem-se das atitudes e comportamentos que significam não ter controlo sobre a construção das suas vidas e são convidados a reflectir sobre as consequências desta omissão. Aos reclusos, pede-se que partilhem as suas experiências pessoais, em especial a forma como se viram envolvidos num processo judicial e numa condenação e na tomada de consciência dos efeitos nas vítimas do(s) crime(s). Pede-se ainda que partilhem o que significa estar privado da liberdade — que emoções, que perdas… — a sensação de arrependimento, a responsabilidade da reparação e o que mudariam nas suas vidas se pudessem voltar atrás, designadamente, as estratégias para evitar o crime.
3. Declaro o Meu Futuro. Percebo o que vivi e reflicto sobre o futuro que pretendo para a minha vida.Sessão dinamizada por técnicos. O debate orienta-se para a experiência vivida pelos jovens durante este dia, convidando-os a reflectir sobre a sua visão pessoal (como querem que seja a sua vida no futuro). Inicia-se a actividade com a elaboração de um desenho sobre a forma como cada jovem vê o seu futuro em termos ideais.A discussão em sala permite reflectir sobre as estratégias para atingir essa visão e sobre os valores a eleger. Termina com um documento escrito pelo jovem intitulado “Declaro o Meu Futuro”O objectivo é passar a ideia que o futuro também se constrói e que somos os únicos responsáveis pela forma como conduzimos a nossa vida (sabemos que há muitos factores adversos que tornam o caminho de uns bem mais difícil que o caminho de outros, mas a ideia fundamental a reter é que só fazemos o que queremos fazer, desde que a lei não o proíba, e que podemos sempre escolher outras alternativas para um caminho seguro e responsável).
Fase III Sessões Subsequentes
As sessões subsequentes são dinamizadas pelas organizações envolvidas e têm os seguintes objectivos:- garantir que a experiência vivenciada seja percepcionada de uma forma pedagógica e construtiva.- reforçar a importância das escolhas: pensar nas consequências dos actos e formular alternativas aos comportamentos numa postura proactiva- reflectir sobre a adopção de estilos de vida e acções coerentes com a visão de futuro formulada na fase II.- suscitar o interesse pela temática das condições de vida nas prisões e pela reinserção social de reclusos
Avaliação Avaliação de expectativas no início do projecto e avaliação no final do Projecto. Relatório de avaliação das organizações envolvidas
Indicadores nº de sessões / nº de jovens abrangidos / grau de impacto reactivo nos jovens (resultados de um questionário de avaliação aplicado aos jovens no final do projecto)
Divulgação Afixação de indicadores e resultados do Projecto no Espaço GI de cada Estabelecimento Prisional, Newsletter GI em Acção, Newsletter Interface Justiça, Comunicação Social.
SINOPSE DO PROJECTO-MJ

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Conclusão do Programa de Empreendedorismo nos Estabelecimentos Prisionais - Leiria


O Programa de Empreendedorismo para a Reinserção Social de Reclusos promovido pela GesEntrepreneur e implementado pela Direcção Geral dos Serviços Prisionais nas prisões de Leiria, Beja, Castelo Branco (regional e central) e Sintra encontra-se em fase de conclusão. Os reclusos que chegaram à fase final do programa encontram-se neste momento a apresentar os Planos de Negócio que construiram durante os 2 últimos meses do curso.Entre estes projectos encontra-se uma grande diversidade de negócios, desde cabeleireiros a empresas de jardinagem, passando por assistência a animais ou ainda comercialização de artigos têxteis.Espera-se agora que os formandos possam, assim que abandonem o estabelecimento prisional, transformar o seu projecto em negócio ou, pelo menos, alterar a sua atitude perante a vida, tomando o controlo do seu próprio destino. Todo este trabalho só foi possível graças ao elevado empenho da Direcção Geral dos Serviços Prisionais, em particular do Centro de Formação Penitenciária, bem como de todos os facilitadores envolvidos. A fotografia acima exposta diz respeito aos reclusos do Estabelecimento Prisional de Leiria que nos apresentaram os seus planos de negócio.

Direcção

Direcção

Mensagem de boas-vindas

"...Quando um voluntário é essencialmente um visitador prisional, saiba ele que o seu papel, por muito pouco que a um olhar desprevenido possa parecer, é susceptível de produzir um efeito apaziguador de grande alcance..."

"... When one is essentially a volunteer prison visitor, he knows that his role, however little that may seem a look unprepared, is likely to produce a far-reaching effect pacificatory ..."

Dr. José de Sousa Mendes
Presidente da FIAR