terça-feira, 12 de julho de 2011
Aumenta o número de presos portugueses no Brasil
O número de portugueses detidos nas prisões brasileiras aumentou 41,8% entre dezembro de 2008 e o mesmo mês de 2010, segundo dados do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), do Ministério da Justiça. Em dezembro do ano passado, estavam presos no Brasil 95 cidadãos portugueses. Dois anos antes, eram 67. A maioria dos prisioneiros portugueses no Brasil foram apanhados em flagrante quando atuavam como "mulas", ou seja, como correio das drogas. As informações são da Agência Brasil.
Os presos do sexo masculino foram os responsáveis pelo aumento. O número de homens de nacionalidade portuguesa presos no Brasil cresceu 66,7% em dois anos, passando de 48 para 80. Já o número de mulheres caiu de 19 para 15.
O aumento da quantidade de portugueses que cumprem pena nas prisões brasileiras acompanha a tendência de subida do número total de presos europeus, que cresceu 57,8% nesses dois anos.
Os maiores aumentos percentuais foram registados entre cidadãos de países do Leste europeu, como a Romênia, com 192,6%, passando de 27 para 79 presos. Apesar de ter tido uma subida menor, Portugal é o segundo país da Europa com mais presos no Brasil, perdendo apenas para a Espanha. Os espanhóis totalizam 175 detidos em prisões brasileiras.
O tráfico internacional de drogas está na origem de quase todas as detenções de portugueses no Brasil, segundo o grupo de trabalho da Defensoria Pública da União que acompanha a situação dos presos estrangeiros no país. "É muito raro portugueses conseguirem a liberdade provisória, porque não têm vínculos com o país. Acabam ficando presos durante todo o processo", diz o defensor público federal Gustavo Henrique Virginelli. Para ele, as atuais dificuldades financeiras da Europa, e em Portugal em particular, tornam muitos portugueses presas fáceis dos traficantes.
FONTE
Os presos do sexo masculino foram os responsáveis pelo aumento. O número de homens de nacionalidade portuguesa presos no Brasil cresceu 66,7% em dois anos, passando de 48 para 80. Já o número de mulheres caiu de 19 para 15.
O aumento da quantidade de portugueses que cumprem pena nas prisões brasileiras acompanha a tendência de subida do número total de presos europeus, que cresceu 57,8% nesses dois anos.
Os maiores aumentos percentuais foram registados entre cidadãos de países do Leste europeu, como a Romênia, com 192,6%, passando de 27 para 79 presos. Apesar de ter tido uma subida menor, Portugal é o segundo país da Europa com mais presos no Brasil, perdendo apenas para a Espanha. Os espanhóis totalizam 175 detidos em prisões brasileiras.
O tráfico internacional de drogas está na origem de quase todas as detenções de portugueses no Brasil, segundo o grupo de trabalho da Defensoria Pública da União que acompanha a situação dos presos estrangeiros no país. "É muito raro portugueses conseguirem a liberdade provisória, porque não têm vínculos com o país. Acabam ficando presos durante todo o processo", diz o defensor público federal Gustavo Henrique Virginelli. Para ele, as atuais dificuldades financeiras da Europa, e em Portugal em particular, tornam muitos portugueses presas fáceis dos traficantes.
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Tráfico de drogas é principal causa da prisão de portugueses no Brasil
O tráfico internacional de drogas está na origem da quase totalidade das detenções de portugueses no Brasil, segundo o grupo de trabalho dos presos estrangeiros da Defensoria Pública da União brasileira.
A maioria dos prisioneiros portugueses no Brasil foram apanhados em flagrante quando actuavam como correios de droga, ou "mulas", na linguagem brasileira.
Em geral, os presos têm origem pobre. São, em grande parte, jovens portugueses com idades entre os 20 e 25 anos, mas também há registo de idosos, afirmou à Agência Lusa o defensor público federal brasileiro Gustavo Henrique Virginelli.
Normalmente, os correios de droga não passam do aeroporto, porque são detidos ali mesmo, mas o defensor brasileiro diz que já defendeu um casal preso num hotel do centro de São Paulo.
A maioria dos presos não tem dinheiro para contratar um advogado. Por esse motivo, a defesa dos portugueses fica sob a responsabilidade da Defensoria Pública. O Consulado-Geral de Portugal em São Paulo, Estado que é a principal porta de entrada do país, não tem um departamento jurídico próprio.
As condenações são quase certas, diz o defensor público, pois a maioria dos correios de droga é presa em flagrante. Ainda assim, a Defensoria acompanha quase todo o processo contra estrangeiros na Justiça, inclusive recorrendo das condenações. Esta entidade também faz visitas semestrais às cadeias.
FONTE
A maioria dos prisioneiros portugueses no Brasil foram apanhados em flagrante quando actuavam como correios de droga, ou "mulas", na linguagem brasileira.
Em geral, os presos têm origem pobre. São, em grande parte, jovens portugueses com idades entre os 20 e 25 anos, mas também há registo de idosos, afirmou à Agência Lusa o defensor público federal brasileiro Gustavo Henrique Virginelli.
Normalmente, os correios de droga não passam do aeroporto, porque são detidos ali mesmo, mas o defensor brasileiro diz que já defendeu um casal preso num hotel do centro de São Paulo.
A maioria dos presos não tem dinheiro para contratar um advogado. Por esse motivo, a defesa dos portugueses fica sob a responsabilidade da Defensoria Pública. O Consulado-Geral de Portugal em São Paulo, Estado que é a principal porta de entrada do país, não tem um departamento jurídico próprio.
As condenações são quase certas, diz o defensor público, pois a maioria dos correios de droga é presa em flagrante. Ainda assim, a Defensoria acompanha quase todo o processo contra estrangeiros na Justiça, inclusive recorrendo das condenações. Esta entidade também faz visitas semestrais às cadeias.
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La Cruz Roja accede a las cárceles de Birmania por primera vez en seis años
El Gobierno de Birmania (Myanmar) permitió a la Cruz Roja el acceso a las cárceles del país por primera vez en seis años, aunque no autorizó entrevistas con los prisioneros, informaron los medios de la disidencia.
Bangkok. EFE.- Tres representantes del Comité Internacional de la Cruz Roja visitaron una prisión en la región de Irrawaddy, en el centro del país, y otras dos en los estados Mon y Karen, en el sureste, donde sólo inspeccionaron las instalaciones, según el diario “Irrawaddy”.
En una entrevista con la BBC, el portavoz de la Cruz Roja en Asia, Philippe Marc Stoll, celebró la oportunidad para retomar el trabajo en Birmania, donde tenía vetado la entrada en las cárceles desde 2006.
Stoll precisó que las inspecciones se limitaron a evaluar el estado de distribución del agua corriente y la higiene de las instalaciones penitenciarias.
La Cruz Roja, que comenzó a trabajar en Birmania en 1986, no tuvo acceso a la prisión de Insein, en Rangún, donde están encarcelados una gran parte de los 2.000 prisioneros políticos que hay en el país.
“Estamos contentos de escuchar que han permitido a la Cruz Roja retomar su trabajo, esto significará probablemente que mejoren las condiciones higiénicas, aunque hubiera sido mejor si se hubieran reunido con los prisioneros políticos”, indicó Kyi Kyi Nyunt, hermana mayor de MIn Ko Naing, en prisión por sus ideas políticas.
A finales del pasado mayo, una treintena de prisioneros políticos se declaró en huelga de hambre en Insein por las pobres condiciones higiénicas y alimentarias y para protestar por una amnistía del Gobierno, que sólo benefició a 55 personas del colectivo de un total de 14.600 reos liberados.
Según la ONG US Campaing for Burma (USCB), las prisiones birmanas son como “vivir en el infierno”, sin alimentación adecuada, agua limpia, asistencia médica y una masificación excesiva.
“Las celdas de la prisión están llenas de mosquitos y otros insectos. Los guardas tratan a los prisioneros como animales. Creo que las autoridades han creado tales condiciones a propósito para castigar a los prisioneros políticos”, explicó Aung Din, director de USCB.
En marzo de este año, la Junta Militar traspasó el poder a un Gobierno civil, formado en su mayoría por exgenerales afines al anterior régimen que ganaron unas elecciones criticadas por la falta de libertad y transparencia.
FUENTE
Bangkok. EFE.- Tres representantes del Comité Internacional de la Cruz Roja visitaron una prisión en la región de Irrawaddy, en el centro del país, y otras dos en los estados Mon y Karen, en el sureste, donde sólo inspeccionaron las instalaciones, según el diario “Irrawaddy”.
En una entrevista con la BBC, el portavoz de la Cruz Roja en Asia, Philippe Marc Stoll, celebró la oportunidad para retomar el trabajo en Birmania, donde tenía vetado la entrada en las cárceles desde 2006.
Stoll precisó que las inspecciones se limitaron a evaluar el estado de distribución del agua corriente y la higiene de las instalaciones penitenciarias.
La Cruz Roja, que comenzó a trabajar en Birmania en 1986, no tuvo acceso a la prisión de Insein, en Rangún, donde están encarcelados una gran parte de los 2.000 prisioneros políticos que hay en el país.
“Estamos contentos de escuchar que han permitido a la Cruz Roja retomar su trabajo, esto significará probablemente que mejoren las condiciones higiénicas, aunque hubiera sido mejor si se hubieran reunido con los prisioneros políticos”, indicó Kyi Kyi Nyunt, hermana mayor de MIn Ko Naing, en prisión por sus ideas políticas.
A finales del pasado mayo, una treintena de prisioneros políticos se declaró en huelga de hambre en Insein por las pobres condiciones higiénicas y alimentarias y para protestar por una amnistía del Gobierno, que sólo benefició a 55 personas del colectivo de un total de 14.600 reos liberados.
Según la ONG US Campaing for Burma (USCB), las prisiones birmanas son como “vivir en el infierno”, sin alimentación adecuada, agua limpia, asistencia médica y una masificación excesiva.
“Las celdas de la prisión están llenas de mosquitos y otros insectos. Los guardas tratan a los prisioneros como animales. Creo que las autoridades han creado tales condiciones a propósito para castigar a los prisioneros políticos”, explicó Aung Din, director de USCB.
En marzo de este año, la Junta Militar traspasó el poder a un Gobierno civil, formado en su mayoría por exgenerales afines al anterior régimen que ganaron unas elecciones criticadas por la falta de libertad y transparencia.
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Encontro discute retorno de ex-detentos ao mercado de trabalho

Aedson Oliveira tem 58 anos de idade e passou mais da metade de sua vida numa penitenciária. Por sorte, deixou o pavilhão 9 do extinto Carandiru um mês antes do massacre, ocorrido em outubro de 1993. “Todos os meus ex-colegas de cela morreram”, lembra. Em liberdade há dois anos, ele tenta uma recolocação profissional. Recentemente conseguiu passar em testes de duas grandes empresas da cidade. “Mas quando relato que sou egresso do sistema prisional, não contratam”, lembra.
A situação de Aedson, que possui três filhas e mantém sua família através de pequenos trabalhos, resume a realidade de homens e mulheres que, ao cumprirem suas penas, esbarram no preconceito social que elimina as chances de recomeço.
Encontro realizado na quinta-feira contou com a participação de 30 pessoas, entre representantes de associações, ONGs e egressos do sistema penitenciário, e abordou o problemas dos ex-presidiários.
“Reunimos relatos não apenas de egressos que lutam para recomeçar suas vidas, mas de outros grupos que sofrem as consequências do preconceito”, informa a assistente social Janice do Prado, responsável pela Central de Atenção ao Egresso e Família de Marília, órgão vinculado à Secretaria de Estado da Administração Penitenciária. A central atende atualmente 800 egressos e 200 famílias.
Ademar Aparecido de Jesus, 50, passou 26 anos no sistema prisional e hoje é ativista na luta pela ressocialização de egressos no limitado mercado de trabalho. “Conhecemos muitos egressos que querem realmente uma nova vida, uma oportunidade e esta ajuda será essencial”, diz.
+ informações
Veja o infográfico da notícia
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As experiências relatadas durante o encontro, foram mediadas pelo empresário e jornalista Marcelo Pelúcio. Participaram do debate o representante do Coletivo de Negros e Negras Samuel Augusto, ativista LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros) Edson Duarte, professor da Adevimari (Associação de Deficientes Visuais de Marília) Nelson Cauneto, representante do Caoim (Centro de Atendimento à Obesidade Infantil de Marília) Luciana Pfeiffer, assistente social Lúcia Helena Bibiano de Melo e arquiteto Roberto Melges, que destacou as dificuldades enfrentadas por pessoas disléxicas.
A maioria dos egressos do sistema prisional consegue empregos ou eventuais bicos na construção civil, conforme informa a assistente social Janice do Prado.
“São através de pequenos reparos ou reformas que eles encontram possibilidades de trabalho”, aponta. Esta alternativa de ocupação consistirá na próxima tentativa de emprego de Aedson Oliveira. “Nesta segunda-feira fui até uma reforma onde sei que estão precisando de ajudante de pedreiro”, detalha. Além de egressos, a central acompanha quem está cumprindo liberdade provisória ou prisão albergue.
Em ambos os casos, os sentenciados só têm permissão de permanecer fora de casa no período das 6h às 22 horas.
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Coordenador do Sistema de Solução de Conflitos visita o Programa Justiça Restaurativa
O Coordenador-Geral do Sistema de Solução de Conflitos do TJDFT, Desembargador Roberval Casemiro Belinati, visitou nesta sexta-feira, dia 8/7, o Centro Judiciário de Solução de Conflitos e de Cidadania do Programa Justiça Restaurativa, no Fórum do Núcleo Bandeirante, DF.
O desembargador Belinati foi recebido pelos juízes de direito Asiel Henrique de Souza e Lea Martins Sales, coordenadores do Programa Justiça Restaurativa.
Durante o encontro, os juízes coordenadores apresentaram ao desembargador Belinati os desafios do Programa Justiça Restaurativa, as expectativas relacionadas à ampliação do quadro de mediadores e à expansão do setor em outras áreas jurisdicionais.
Uma das propostas dos magistrados é levar a Justiça Restaurativa às escolas do Distrito Federal para amenizar os problemas de bullyng, que têm causado muitos aborrecimentos a professores, alunos e familiares.
O desembargador Belinati disse que apóia integralmente a iniciativa e que acredita na resolução de conflitos nas escolas por meio das técnicas da justiça restaurativa.
Após a manifestação dos juízes coordenadores, os servidores José Manoel Pereira e Helena Maria Costa proferiram palestra, esclarecendo que a Justiça Restaurativa tem solucionado muitos conflitos no Fórum do Núcleo Bandeirante
Durante a exposição dos servidores, prestou depoimento no encontro José Maria do Nascimento, morador do Núcleo Bandeirante. Ele relatou que resolveu a sua briga com um vizinho, por divisão de terra, pela Justiça Restaurativa, após dez anos de conflito na Justiça.
Após o depoimento do morador do Núcleo Bandeirante, o desembargador Roberval Belinati disse que não tem dúvida de que os métodos de solução consensual de conflitos oferecem vantagens ao Judiciário e às partes porque reduzem o número de demandas judiciais e proporcionam o diálogo, a reflexão e maior satisfação às partes.
Na próxima semana, a Coordenação-Geral do Sistema de Solução de Conflitos vai encaminhar ao Presidente do TJDFT, desembargador Otávio Augusto Barbosa, e ao Corregedor da Justiça, desembargador Sérgio Bittencourt, um balanço das visitas que foram feitas no decorrer deste ano pelo desembargador Roberval Belinati aos setores que compõem o Sistema no Distrito Federal. Será encaminhada também uma lista contendo as reivindicações dos magistrados coordenadores.
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O desembargador Belinati foi recebido pelos juízes de direito Asiel Henrique de Souza e Lea Martins Sales, coordenadores do Programa Justiça Restaurativa.
Durante o encontro, os juízes coordenadores apresentaram ao desembargador Belinati os desafios do Programa Justiça Restaurativa, as expectativas relacionadas à ampliação do quadro de mediadores e à expansão do setor em outras áreas jurisdicionais.
Uma das propostas dos magistrados é levar a Justiça Restaurativa às escolas do Distrito Federal para amenizar os problemas de bullyng, que têm causado muitos aborrecimentos a professores, alunos e familiares.
O desembargador Belinati disse que apóia integralmente a iniciativa e que acredita na resolução de conflitos nas escolas por meio das técnicas da justiça restaurativa.
Após a manifestação dos juízes coordenadores, os servidores José Manoel Pereira e Helena Maria Costa proferiram palestra, esclarecendo que a Justiça Restaurativa tem solucionado muitos conflitos no Fórum do Núcleo Bandeirante
Durante a exposição dos servidores, prestou depoimento no encontro José Maria do Nascimento, morador do Núcleo Bandeirante. Ele relatou que resolveu a sua briga com um vizinho, por divisão de terra, pela Justiça Restaurativa, após dez anos de conflito na Justiça.
Após o depoimento do morador do Núcleo Bandeirante, o desembargador Roberval Belinati disse que não tem dúvida de que os métodos de solução consensual de conflitos oferecem vantagens ao Judiciário e às partes porque reduzem o número de demandas judiciais e proporcionam o diálogo, a reflexão e maior satisfação às partes.
Na próxima semana, a Coordenação-Geral do Sistema de Solução de Conflitos vai encaminhar ao Presidente do TJDFT, desembargador Otávio Augusto Barbosa, e ao Corregedor da Justiça, desembargador Sérgio Bittencourt, um balanço das visitas que foram feitas no decorrer deste ano pelo desembargador Roberval Belinati aos setores que compõem o Sistema no Distrito Federal. Será encaminhada também uma lista contendo as reivindicações dos magistrados coordenadores.
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La Cruz Roja accede a las cárceles de Birmania por primera vez en seis años
El Gobierno de Birmania (Myanmar) permitió a la Cruz Roja el acceso a las cárceles del país por primera vez en seis años, aunque no autorizó entrevistas con los prisioneros, informaron hoy los medios de la disidencia.
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16:18
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Relator de la OEA denuncia "condiciones infrahumanas" en las cárceles uruguayas

El relator especial para la Comisión Interamericana de Derechos Humanos de la OEA, Rodrigo Escobar Gil, denunció el viernes al final de una visita al país "condiciones infrahumanas" en las cárceles uruguayas, donde "persiste una grave situación de derechos humanos".
El relator especial para la Comisión Interamericana de Derechos Humanos de la OEA, Rodrigo Escobar Gil, denunció el viernes al final de una visita al país "condiciones infrahumanas" en las cárceles uruguayas, donde "persiste una grave situación de derechos humanos".
"En general lo que se ha detectado es que aún persiste una grave situación de derechos humanos en las cárceles", dijo Escobar Gil a periodistas, en su primera evaluación pública sobre su visita, que se extendió desde el martes hasta el viernes y durante la cual recorrió los principales centros penitenciarios del país.
Según el comisionado de la Organización de los Estados Americanos (OEA), en algunos establecimientos observó reclusos que viven "en condiciones infrahumanas, totalmente insalubres, antihigiénicas".
"También hemos encontrado un alto nivel de hacinamiento y sobrepoblación carcelaria, con los problemas que eso genera de violencia, disturbios y enfermedades y de buenas condiciones de vida", añadió.
Según Escobar Gil, hay además "muchos problemas de drogadicción al interior de las cárceles, ante los cuales no existen planes ni programas por parte de las autoridades para ofrecer a estas personas que generalmente son menores de edad o que están entre los 18 y los 25 años".
El comisionado cuestionó que las cárceles sean "centros de ocio, donde no se le da la oportunidad a los reclusos ni de trabajo ni de educación".
Para Escobar Gil, otra "situación muy grave" es el "uso abusivo y excesivo de la detención preventiva" y llamó a las autoridades a realizar cambios de la legislación "que pongan el Código de Procedimiento Penal a tono con los tratados internacionales de derechos humanos".
"La regla general es que la persona debe ser investigada y juzgada en libertad", enfatizó.
El diagnóstico del relator de la OEA ocurre poco más de dos años después de la visita del relator especial de la ONU para la Tortura, Manfred Nowak, quien realizó un duro informe sobre la situación carcelaria.
Escobar Gil observó que en esa visita se había observado maltrato por parte de la guardia penitenciara a la población reclusa. "En este aspecto, considero que se ha mejorado", indicó, precisando que "el problema del maltrato ha disminuido".
A mediados del año pasado el parlamento uruguayo aprobó con apoyo de todos los partidos políticos una ley de emergencia carcelaria que prevé la construcción de nuevos establecimientos penitenciarios, tras un incendio en una cárcel departamental que dejó 12 presos muertos.
Escobar indicó el viernes que ve "voluntad por parte de las autoridades de propender por solucionar los problemas"
"Las autoridades son conscientes, están muy sensbilizadas sobre el problema penitenciario y también se están haciendo esfuerzos en la dirección adecuada, pero faltan políticas públicas integrales que enfrenten en toda su magnitud la gravedad del problema".
Escobar admitió que "se necesitan recursos, pero lo más importante es que haya políticas públicas de largo plazo porque tampoco son problemas que se resuelven de un día para otro, son problemas que requieren una acción continua, gradual, progresiva y permanente por parte del Estado".
Según el relator de la OEA, la situación de las cárceles en Uruguay no es diferente a la del resto de América latina y el Caribe, donde imperan hacinamiento, la sobrepoblación carcelaria, las malas condiciones de las instalaciones y la falta de profesionalización del sistema penitenciario, "consecuencia de muchos años de abandono y de olvido del sistema carcelario".
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Growth of privatized prisons in the United States

The privatized prison industry is a growing international phenomenon. Prisoners are physically confined or interned by third party companies that typically enter into contractual agreements with local, state, or federal governments. Those government entities then pay a per diem or monthly rate for each prisoner confined in the facility.
Today, the privatization of prisons refers both to the takeover of existing public facilities by private operators and to the building and operation of new and additional prisons by for-profit prison companies. Private companies operate 264 correctional facilities in the Unites States and house almost 99,000 adult offenders.
Companies operating such facilities include the Corrections Corporation of America, the Geo Group, Inc, and Community Education Centers. The GEO Group was formerly known as Wackenhut Securities, and includes the Cornell Companies, which merged with GEO in 2010.
Corrections Corporation of America (CCA) has a capacity of more than 80,000 beds in 65 correctional facilities. The GEO Group operates 61 facilities with a capacity of 49,000 offender beds. Most privately run facilities are located in the southern and western portions of the United States and include both state and federal offenders.
Housing federal detainees typically brings in more per “man-day,” an industry term for what is earned per detainee. Companies also house immigrants for other federal agencies. CCA and GEO Group, for example, contract with the Bureau of Prisons to house foreign-born inmates under a federal “criminal alien” program. Both companies contract extensively with the U.S. Marshals Service, which receives federal funding to hold a growing number of immigrants being prosecuted for illegal re-entry after deportation.
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16:07
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En las cárceles cordobesas, 89% de los presos estudia

Son 5.291 internos. La mitad cursa el nivel medio o inicial y sólo 2,49 por ciento comienza una carrera universitaria de grado. En tanto, la otra mitad realiza talleres opcionales.
De los internos de la provincia de Córdoba, 89 por ciento estudia dentro de la cárcel. Del total, casi la mitad -47,43 por ciento- lo hace para terminar la primaria (20,52 %) o el nivel medio (26,91 %) y apenas 2,49 estudia alguna carrera universitaria. La otra mitad de los detenidos se limita a realizar talleres opcionales.
En números, la estadística indica que de 5.956 presos que hoy tiene la provincia de Córdoba, 5.291 cursan algún estudio. Un total de 1.086 está estudiando en el nivel inicial, 1.424 en el nivel medio y otros 132 cursan alguna carrera de grado. En tanto, 2.303 realizan talleres opcionales, 290 aprenden oficios y 56 eligen el cursado de una carrera terciaria.
Las cifras, a las que accedió Comercio y Justicia, fueron reveladas por el Ministerio de Justicia de la Provincia de Córdoba, que ayer firmó un convenio con la Universidad Nacional de Córdoba (UNC) para ampliar la oferta educativa que la Casa de Trejo tenía disponible para los internos.
Aunque las cifras indican que son pocos los presos que acceden a carreras de grado, a partir de ahora “estos pocos” tendrán la posibilidad de estudiar en las 12 facultades de la UNC y no sólo en las de Filosofía y Humanidades y Derecho y Ciencias Sociales, como hasta ahora.
Además de permitir que los reclusos cursen carreras en todo el ámbito de la UNC, el convenio también propicia su inclusión en actividades de extensión e investigación.
Si bien este convenio alcanza a las personas recluidas en los establecimientos penitenciarios, la UNC se compromete a garantizar la continuidad de los estudios superiores para aquellos que recuperen su libertad, sin sufrir discriminación alguna.
El ministro de Justicia, Luis Angulo, remarcó a este diario que durante el cursado de la carrera los internos tendrán derecho a reunirse con una frecuencia no menor de dos semanas para estudiar en forma conjunta y mejorar así su rendimiento académico.
Una relación que crece
La relación de la UNC con el Servicio Penitenciario de Córdoba comenzó en 1999 con la firma de un convenio entre el Ministerio de Justicia de la Provincia y la Facultad de Filosofía y Humanidades, que dio origen al Programa Universitario en la Cárcel o PUC, que aglutina actividades de docencia, investigación y extensión en torno a las carreras que dicta esa facultad.
En 2001, la Facultad de Derecho y Ciencias Sociales firmó un acuerdo con el Servicio Penitenciario, en virtud del cual actualmente tiene 50 alumnos activos e implementa el programa extensionista Promoción de los Derechos Humanos en el Correccional Nº 3 de Mujeres de Bouwer.
Cadetes y Derechos Humanos
El acuerdo con la UNC incluyó ayer la firma de otro convenio mediante el cual el Ministerio de Justicia de la Provincia incluyó en la formación de los cadetes del Servicio Penitenciario de Córdoba (SPC) el “Seminario de Capacitación y Formación en Derechos Humanos”, como una capacitación de carácter permamente y obligatoria.
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15:42
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Conselho Nacional assegura visita íntima à população carcerária LGBT
O Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária recomendou que os departamentos penitenciários estaduais assegurem visita íntima à população carcerária LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transsexuais).
A Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário) informou que em Mato Grosso do Sul já adota essa prática. Neste ano, a comissão de classificação e tratamento deferiu pedido de uma interna do presídio feminino Irmã Irma Zorzi, em Campo Grande. A presa comprovou união homoafetiva e sua companheira teve direito à visita íntima.
De acordo com resolução do Conselho Nacional, publicada hoje no Diário Oficial da União, a pessoa presa, ao ser internada no estabelecimento prisional, deve informar o nome do cônjuge ou de outro parceiro ou parceira para sua visita íntima. A pessoa indicada deve fazer um cadastro.
Ainda conforme a resolução, a pessoa presa não pode fazer duas indicações ao mesmo tempo e só pode nominar o cônjuge ou novo parceiro ou parceira de sua visita íntima.
FONTE
A Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário) informou que em Mato Grosso do Sul já adota essa prática. Neste ano, a comissão de classificação e tratamento deferiu pedido de uma interna do presídio feminino Irmã Irma Zorzi, em Campo Grande. A presa comprovou união homoafetiva e sua companheira teve direito à visita íntima.
De acordo com resolução do Conselho Nacional, publicada hoje no Diário Oficial da União, a pessoa presa, ao ser internada no estabelecimento prisional, deve informar o nome do cônjuge ou de outro parceiro ou parceira para sua visita íntima. A pessoa indicada deve fazer um cadastro.
Ainda conforme a resolução, a pessoa presa não pode fazer duas indicações ao mesmo tempo e só pode nominar o cônjuge ou novo parceiro ou parceira de sua visita íntima.
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BRASIL:Prisões parecem campo de concentração'

Situação precária : Secretário compara presídios paulistas aos campos de concentração nazistas
O secretário de Estado da Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, disse a funcionários do Consulado-Geral dos Estados Unidos em São Paulo que os presídios paulistas se parecem com campos de concentração.
"[Antonio Ferreira] Pinto confirmou queixas de ativistas de direitos humanos sobre a atenção médica primária, afirmando até que as condições fazem as prisões parecerem campos de concentração", diz documento obtido pelo site WikiLeaks que seria divulgado ontem à noite pela agência de jornalismo investigativo Pública.
A afirmação consta de despacho diplomático de 22 de fevereiro de 2008, quando Ferreira Pinto chefiava a SAP (Secretaria de Estado da Administração Penitenciária).
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BRASIL:Presos ocupam menos da metade das vagas de trabalho disponíveis
Menos da metade das vagas de trabalho disponíveis para detentos do programa Começar de Novo, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), estão ocupados atualmente. Lançado em 2009, o projeto que oferece treinamento e empregos para presos dos regimes semiaberto, aberto e egressos (que cumprem condicional ou deixaram a cadeia há menos de um ano), não consegue decolar. Das 2.405 oportunidades abertas, somente 46% delas foram utilizadas.
Apesar do esforço do judiciário para reinserir os presos no mercado de trabalho, alguns tribunais de Justiça têm sofrido para preencher as vagas porque os detentos não demonstram interesse em trabalhar. Nos TJs, responsáveis por executar o programa nos Estados, o relato de presos surpreende os servidores que atuam no projeto. "Muitos presos só sabem ser criminosos mesmo. Nunca fizeram outra coisa na vida. Não conhecem outro mundo. Dizem que até tentam, mas não sabem fazer nada. Desistem. Quando saem da cadeia voltam para o crime", lamenta uma funcionária, que preferiu não se identificar.
Para o juiz auxiliar do CNJ que coordena o programa no País, Luciano André Losekann, a falta de qualificação faz com que muitas das vagas fiquem em aberto, assim como ocorre com os campos de trabalho para aqueles que estão em liberdade. "É o mesmo problema que existe na população liberta: falta qualificação. Como os presos, na sua maioria, são pessoas de baixa escolaridade, ou não tem qualificação profissional, muitos não conseguem as vagas", explica.
Ele diz que não existem estudos científicos sobre a reincidência de presos no sistema carcerário, que seria de 70% a 80%, segundo dados do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciaria (CNPCP), mas confessa que ao perguntar a um preso reincidente o que o faria ficar longe das grades ouve sempre a mesma resposta: "trabalho".
"Não adianta o Estado condenar apenas. Se não oferecer uma qualificação profissional e trabalho, provavelmente ele vai voltar ao crime. É o momento que nós temos de apresentar a oportunidade de requalificação. Muitos não aproveitam, é óbvio, mas muitos que aproveitaram e começam a se destacar", diz.
Ele também atribui o aumento do número de vagas ao termo de cooperação firmado pelo CNJ com o Comitê Organizador da Copa do Mundo no Brasil, em fevereiro de 2011, que prevê que as empresas que assinarem contratos com o governo devem destinar 5% das vagas para os presos ou egressos do sistema prisional.
Três dias de trabalho e 12 horas de estudo
Desde 1984, o trabalho dos presos, seja dentro ou fora dos presídios, é recompensado com diminuição da pena, no entanto, ainda não havia regulamentação para estudo. Nessa quinta-feira (30), foi publicada no Diário Oficial da União, a lei que regulamenta a diminuição da pena através do trabalho e estudo.
"Já era consagrado pela jurisprudência, mas não havia uma lei falando sobre a remissão pelo estudo, só pelo trabalho", diz. Losekann explica que a cada três dias de trabalho será reduzido um dia de pena, e a cada 12 horas de estudo (fundamental, médio, profissionalizante, superior ou de requalificação profissional), será abatido também um dia de pena.
Ele é extremamente crítico quando fala das condições dos presídios brasileiros, "nenhum, em sua integralidade, está em condições para o cumprimento da pena", e culpa esse abandono do Estado como um dos fatores que favorecem a reincidência, já que as facções ocupam o espaço deixado pelo poder público.
"Por uma questão de sobrevivência, ele (o preso) se alia a uma ou outra facção. Quando ele sai do estabelecimento, ele é devedor dessa facção, porque a facção forneceu rancho para a família, deu algum dinheiro, e o sujeito sai com o compromisso de servir a facção", explica.
O projeto do CNJ foi inspirado no modelo adotado pelo Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso do Distrito Federal (Funap-DF) que existe há 25 anos, mas atua apenas dentro dos presídios. Atualmente 1.100 presos do regime fechado e semiaberto estão trabalhando em empresas órgãos públicos que participam do programa do Distrito Federal.
A maioria das vagas é disponibilizada pelos órgãos públicos, mas empresas como a Copremol Indústria e Comércio de Premoldados, do Mato Grosso do Sul, tem 80% do quadro formado por ex-presidiários. A empresa do ramo de confecção Hering, e os times de futebol do Corinthians e Santos também possuem em seu quadro funcional trabalhadores oriundos do sistema prisional. No Supremo Tribunal Federal (STF), mais de 40 trabalhadores são detentos e na Secretaria de Saúde do Distrito Federal, 200 trabalham em serviços administrativos e nas lavanderias das unidades de saúde.
FONTE
Apesar do esforço do judiciário para reinserir os presos no mercado de trabalho, alguns tribunais de Justiça têm sofrido para preencher as vagas porque os detentos não demonstram interesse em trabalhar. Nos TJs, responsáveis por executar o programa nos Estados, o relato de presos surpreende os servidores que atuam no projeto. "Muitos presos só sabem ser criminosos mesmo. Nunca fizeram outra coisa na vida. Não conhecem outro mundo. Dizem que até tentam, mas não sabem fazer nada. Desistem. Quando saem da cadeia voltam para o crime", lamenta uma funcionária, que preferiu não se identificar.
Para o juiz auxiliar do CNJ que coordena o programa no País, Luciano André Losekann, a falta de qualificação faz com que muitas das vagas fiquem em aberto, assim como ocorre com os campos de trabalho para aqueles que estão em liberdade. "É o mesmo problema que existe na população liberta: falta qualificação. Como os presos, na sua maioria, são pessoas de baixa escolaridade, ou não tem qualificação profissional, muitos não conseguem as vagas", explica.
Ele diz que não existem estudos científicos sobre a reincidência de presos no sistema carcerário, que seria de 70% a 80%, segundo dados do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciaria (CNPCP), mas confessa que ao perguntar a um preso reincidente o que o faria ficar longe das grades ouve sempre a mesma resposta: "trabalho".
"Não adianta o Estado condenar apenas. Se não oferecer uma qualificação profissional e trabalho, provavelmente ele vai voltar ao crime. É o momento que nós temos de apresentar a oportunidade de requalificação. Muitos não aproveitam, é óbvio, mas muitos que aproveitaram e começam a se destacar", diz.
Ele também atribui o aumento do número de vagas ao termo de cooperação firmado pelo CNJ com o Comitê Organizador da Copa do Mundo no Brasil, em fevereiro de 2011, que prevê que as empresas que assinarem contratos com o governo devem destinar 5% das vagas para os presos ou egressos do sistema prisional.
Três dias de trabalho e 12 horas de estudo
Desde 1984, o trabalho dos presos, seja dentro ou fora dos presídios, é recompensado com diminuição da pena, no entanto, ainda não havia regulamentação para estudo. Nessa quinta-feira (30), foi publicada no Diário Oficial da União, a lei que regulamenta a diminuição da pena através do trabalho e estudo.
"Já era consagrado pela jurisprudência, mas não havia uma lei falando sobre a remissão pelo estudo, só pelo trabalho", diz. Losekann explica que a cada três dias de trabalho será reduzido um dia de pena, e a cada 12 horas de estudo (fundamental, médio, profissionalizante, superior ou de requalificação profissional), será abatido também um dia de pena.
Ele é extremamente crítico quando fala das condições dos presídios brasileiros, "nenhum, em sua integralidade, está em condições para o cumprimento da pena", e culpa esse abandono do Estado como um dos fatores que favorecem a reincidência, já que as facções ocupam o espaço deixado pelo poder público.
"Por uma questão de sobrevivência, ele (o preso) se alia a uma ou outra facção. Quando ele sai do estabelecimento, ele é devedor dessa facção, porque a facção forneceu rancho para a família, deu algum dinheiro, e o sujeito sai com o compromisso de servir a facção", explica.
O projeto do CNJ foi inspirado no modelo adotado pelo Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso do Distrito Federal (Funap-DF) que existe há 25 anos, mas atua apenas dentro dos presídios. Atualmente 1.100 presos do regime fechado e semiaberto estão trabalhando em empresas órgãos públicos que participam do programa do Distrito Federal.
A maioria das vagas é disponibilizada pelos órgãos públicos, mas empresas como a Copremol Indústria e Comércio de Premoldados, do Mato Grosso do Sul, tem 80% do quadro formado por ex-presidiários. A empresa do ramo de confecção Hering, e os times de futebol do Corinthians e Santos também possuem em seu quadro funcional trabalhadores oriundos do sistema prisional. No Supremo Tribunal Federal (STF), mais de 40 trabalhadores são detentos e na Secretaria de Saúde do Distrito Federal, 200 trabalham em serviços administrativos e nas lavanderias das unidades de saúde.
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Crisis higiénica en las cárceles
2011-06-27 00
La Patria
En el tema de salubridad es clave que se trabaje en programas de prevención y promoción de la salud entre los presos y sus familiares, para frenar el contagio de enfermedades como VIH y tuberculosis, que además podrían extenderse a diversas poblaciones de la sociedad. De acuerdo con la EPS Caprecom, un estudio realizado durante el primer trimestre del 2011 en las cárceles colombianas, de hombres y mujeres, arrojó que actualmente en 117 de las 141 que funcionan en todo el país, hay 289 personas infectadas con VIH y 133 que padecen tuberculosis, muchas de las cuales no llegaron enfermas a las penitenciarías, sino que fueron contaminadas luego de terminar allí debido a sus delitos.
Aunque Caldas y el Eje Cafetero no están entre las regiones del país que afrontan los problemas más críticos de este tipo, es evidente que nuestras cárceles también sufren de condiciones de hacinamiento y de higiene deficiente, que se convierten en detonantes de toda clase de crisis de salubridad, a las cuales hay que prestarles atención para evitar que se sigan propagando sin control, lo que haría aún más lamentables las ya pésimas condiciones en que se encuentran los presos, en general.
Este reporte coincide con la queja que se ha tenido en Manizales con respecto a las deficiencias que padecen la Cárcel Nacional de Varones ‘La Blanca' y la del Buen Pastor (en la que son privadas de la libertad la mujeres que han caído en la delincuencia). Al suponer que estos lugares deben actuar como centros de resocialización, se requiere que haya un cambio total en la manera en que es asumida la atención de los reclusos, a quienes sin importar su peligrosidad hay que dignamente.
Ya el Ministerio del Interior y de Justicia anunció que en próximos meses se comenzará la construcción de un nuevo penal en esta región, el cual contaría con un número mayor de cupos y características que le impriman mayor seguridad e higiene, y espacios que permitan que quienes han parado allí puedan enderezar sus vidas. Hoy, en muchos de los casos se les violan sus derechos humanos y son tratados en forma tan infrahumana que lo lógico es que cuando salen se conviertan en nuevos factores de inestabilidad social.
Más que la cercanía del centro de reclusión, a las familias de los presos les debe interesar que los espacios en los que éstos conviven cumplan con aspectos que respeten su humanidad y que estén alejados de la situación humillante que afronta actualmente la mayoría de ellos, que en gran parte de los casos terminan vinculados a bandas delincuenciales debido a que la sociedad les ha cerrado espacios para buscar actividades legales.
En el tema de salubridad es clave que se trabaje en programas de prevención y promoción de la salud entre los presos y sus familiares, para frenar el contagio de enfermedades como VIH y tuberculosis, que además podrían extenderse a diversas poblaciones de la sociedad si no se adoptan controles eficientes en los focos carcelarios. Se espera que para julio el Tribunal de los Contencioso Administrativo de Caldas se pronuncie de fondo con respecto a ‘La Blanca' y el Buen Pastor para lograr que la condición que hoy viven los presos de Manizales cambie de manera sustancial.
Sin dar ese paso, será poco probable que funcionen los demás programas de resocialización y que puedan bloquearse la posibilidad de que se siga delinquiendo desde las cárceles, como se ha comprobado que ocurre. La paz futura de Colombia pasa por una política penitenciaria que permita la recuperación de vidas que se han ido perdiendo en el delito. .
fuente
La Patria
En el tema de salubridad es clave que se trabaje en programas de prevención y promoción de la salud entre los presos y sus familiares, para frenar el contagio de enfermedades como VIH y tuberculosis, que además podrían extenderse a diversas poblaciones de la sociedad. De acuerdo con la EPS Caprecom, un estudio realizado durante el primer trimestre del 2011 en las cárceles colombianas, de hombres y mujeres, arrojó que actualmente en 117 de las 141 que funcionan en todo el país, hay 289 personas infectadas con VIH y 133 que padecen tuberculosis, muchas de las cuales no llegaron enfermas a las penitenciarías, sino que fueron contaminadas luego de terminar allí debido a sus delitos.
Aunque Caldas y el Eje Cafetero no están entre las regiones del país que afrontan los problemas más críticos de este tipo, es evidente que nuestras cárceles también sufren de condiciones de hacinamiento y de higiene deficiente, que se convierten en detonantes de toda clase de crisis de salubridad, a las cuales hay que prestarles atención para evitar que se sigan propagando sin control, lo que haría aún más lamentables las ya pésimas condiciones en que se encuentran los presos, en general.
Este reporte coincide con la queja que se ha tenido en Manizales con respecto a las deficiencias que padecen la Cárcel Nacional de Varones ‘La Blanca' y la del Buen Pastor (en la que son privadas de la libertad la mujeres que han caído en la delincuencia). Al suponer que estos lugares deben actuar como centros de resocialización, se requiere que haya un cambio total en la manera en que es asumida la atención de los reclusos, a quienes sin importar su peligrosidad hay que dignamente.
Ya el Ministerio del Interior y de Justicia anunció que en próximos meses se comenzará la construcción de un nuevo penal en esta región, el cual contaría con un número mayor de cupos y características que le impriman mayor seguridad e higiene, y espacios que permitan que quienes han parado allí puedan enderezar sus vidas. Hoy, en muchos de los casos se les violan sus derechos humanos y son tratados en forma tan infrahumana que lo lógico es que cuando salen se conviertan en nuevos factores de inestabilidad social.
Más que la cercanía del centro de reclusión, a las familias de los presos les debe interesar que los espacios en los que éstos conviven cumplan con aspectos que respeten su humanidad y que estén alejados de la situación humillante que afronta actualmente la mayoría de ellos, que en gran parte de los casos terminan vinculados a bandas delincuenciales debido a que la sociedad les ha cerrado espacios para buscar actividades legales.
En el tema de salubridad es clave que se trabaje en programas de prevención y promoción de la salud entre los presos y sus familiares, para frenar el contagio de enfermedades como VIH y tuberculosis, que además podrían extenderse a diversas poblaciones de la sociedad si no se adoptan controles eficientes en los focos carcelarios. Se espera que para julio el Tribunal de los Contencioso Administrativo de Caldas se pronuncie de fondo con respecto a ‘La Blanca' y el Buen Pastor para lograr que la condición que hoy viven los presos de Manizales cambie de manera sustancial.
Sin dar ese paso, será poco probable que funcionen los demás programas de resocialización y que puedan bloquearse la posibilidad de que se siga delinquiendo desde las cárceles, como se ha comprobado que ocurre. La paz futura de Colombia pasa por una política penitenciaria que permita la recuperación de vidas que se han ido perdiendo en el delito. .
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sábado, 2 de julho de 2011
Israel starts revoking Palestinian prisoners’ privileges
By MOHAMMED MAR’I | ARAB NEWS
Published: Jun 30, 2011 00:37 Updated: Jun 30, 2011 00:37
RAMALLAH: The Israeli Internal Security Minister Yitzhak Aharonovitch on Wednesday announced that Israel will start revoking the Palestinian prisoners’ privileges.
The Israeli Channel 10 television quoted Aharonovitch as saying that the Israeli Prison Service (IPS) will bar the prisoners from enrolling in university studies. Israel holds some 6,700 Palestinian prisoners in 23 jails and detention camps.
He added that the IPS will block the cellular reception in jails to prevent Hamas prisoners from communicating with the movement’s prisoners in other Israeli jails and with the Hamas leaders in Gaza Strip.
The minister added that the prisoners will not have the right to conjugal visits or vacations.
According to the minister, the measures are part of the Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu’s decision to take away prisoners’ privileges in order to pressure Hamas into releasing kidnapped Israeli soldier Gilad Shalit, who is still held in Hamas captivity since June 2006.
Netanyahu’s decision came in response to Hamas’ refusal to let the International Committee of the Red Cross International Red Cross (ICRC) visit Shalit.
Hamas said the ICRC should also consider the suffering of 7,000 prisoners in Israeli jails.
Meanwhile, the Palestinian Prisoners Club (Nadi Al-Asir) said it announced “the state of emergency in Palestinian territories to face the Israeli suppressive measures.”
The club said it is in contact with the Palestinian Authority, Palestinian government, Palestinian factions, Palestinian and international human rights organizations “stop the fierce campaign against the prisoners.”
Since December 2009, Egypt, Germany and France had failed to finalize the prisoners’ swap deal for the release of Shalit in exchange with hundreds of Palestinian prisoners. The failure is due to differences between Hamas and Israel.
Hamas wants Israel to free up to 1,000 Palestinians in Israeli prisons in exchange for the release of Shalit, and the Palestinian movement has reportedly presented a list of 450 names in Israeli prisons.
Israel also objects to freeing Israeli Arab prisoners as well as several Hamas military wing leaders. Another issue yet to be settled is Israel’s demand to deport almost 100 of the 450 “heavy” prisoners set to be released in the deal.
SOURCE
Published: Jun 30, 2011 00:37 Updated: Jun 30, 2011 00:37
RAMALLAH: The Israeli Internal Security Minister Yitzhak Aharonovitch on Wednesday announced that Israel will start revoking the Palestinian prisoners’ privileges.
The Israeli Channel 10 television quoted Aharonovitch as saying that the Israeli Prison Service (IPS) will bar the prisoners from enrolling in university studies. Israel holds some 6,700 Palestinian prisoners in 23 jails and detention camps.
He added that the IPS will block the cellular reception in jails to prevent Hamas prisoners from communicating with the movement’s prisoners in other Israeli jails and with the Hamas leaders in Gaza Strip.
The minister added that the prisoners will not have the right to conjugal visits or vacations.
According to the minister, the measures are part of the Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu’s decision to take away prisoners’ privileges in order to pressure Hamas into releasing kidnapped Israeli soldier Gilad Shalit, who is still held in Hamas captivity since June 2006.
Netanyahu’s decision came in response to Hamas’ refusal to let the International Committee of the Red Cross International Red Cross (ICRC) visit Shalit.
Hamas said the ICRC should also consider the suffering of 7,000 prisoners in Israeli jails.
Meanwhile, the Palestinian Prisoners Club (Nadi Al-Asir) said it announced “the state of emergency in Palestinian territories to face the Israeli suppressive measures.”
The club said it is in contact with the Palestinian Authority, Palestinian government, Palestinian factions, Palestinian and international human rights organizations “stop the fierce campaign against the prisoners.”
Since December 2009, Egypt, Germany and France had failed to finalize the prisoners’ swap deal for the release of Shalit in exchange with hundreds of Palestinian prisoners. The failure is due to differences between Hamas and Israel.
Hamas wants Israel to free up to 1,000 Palestinians in Israeli prisons in exchange for the release of Shalit, and the Palestinian movement has reportedly presented a list of 450 names in Israeli prisons.
Israel also objects to freeing Israeli Arab prisoners as well as several Hamas military wing leaders. Another issue yet to be settled is Israel’s demand to deport almost 100 of the 450 “heavy” prisoners set to be released in the deal.
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BRASIL:Segurança Pública >> Experiência goiana é implantada em presídio de Alagoas
O governo goiano, por meio da Agência Goiana do Sistema de Execução Penal - AGSEP , deu início à implantação do projeto Módulo de Respeito em Alagoas, a pedido do governo daquele Estado, que visitou recentemente os módulos do Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia e decidiu implantar a prática em Alagoas.
Detentos e servidores do sistema prisional de Alagoas participaram hoje da apresentação do Módulo de Respeito, projeto de reintegração social criado pela Agência Goiana do Sistema de Execução Penal - AGSEP. A instrução foi ministrada por uma comitiva da administração de Goiás, que está em Maceió para a implantação do Módulo.
A AGSEP já treinou os servidores que coordenarão os trabalhos com a população carcerária de Alagoas, como agentes penitenciários, técnicos, pedagogos, assistentes sociais e psicólogas. O fenômeno da prisionalização, humanização, educação e reintegração social foram alguns dos temas abordados.
O Módulo de Alagoas será inaugurado em 20 de julho pelo Governador do Estado, Teotônio Brandão Vilela Filho, com 50 presos. A capacidade da estrutura é para 300 internos.
Módulo de Respeito
O Módulo de Respeito é uma unidade de separação no interior da unidade prisional, onde a inclusão do interno é voluntária e leva implicitamente a aceitação das normas que regulam o módulo. São formados grupos com funções de representação, organização, distribuição de tarefas, aculturação e mediação de conflitos entre seus membros.
Todos os presos são avaliados quanto ao cumprimento das normas estabelecidas, disciplina, o comportamento e o comprometimento do preso com o cumprimento da pena em um ambiente de convivência harmônica quanto a normas, valores, respeito ao outro, hábitos e forma de interação como qualquer coletivo social, e que propõe um distanciamento do ambiente insalubre e tenso comum ao estabelecimento prisional.
Mais informações: (82) 8418-3233
Fonte do rss
Detentos e servidores do sistema prisional de Alagoas participaram hoje da apresentação do Módulo de Respeito, projeto de reintegração social criado pela Agência Goiana do Sistema de Execução Penal - AGSEP. A instrução foi ministrada por uma comitiva da administração de Goiás, que está em Maceió para a implantação do Módulo.
A AGSEP já treinou os servidores que coordenarão os trabalhos com a população carcerária de Alagoas, como agentes penitenciários, técnicos, pedagogos, assistentes sociais e psicólogas. O fenômeno da prisionalização, humanização, educação e reintegração social foram alguns dos temas abordados.
O Módulo de Alagoas será inaugurado em 20 de julho pelo Governador do Estado, Teotônio Brandão Vilela Filho, com 50 presos. A capacidade da estrutura é para 300 internos.
Módulo de Respeito
O Módulo de Respeito é uma unidade de separação no interior da unidade prisional, onde a inclusão do interno é voluntária e leva implicitamente a aceitação das normas que regulam o módulo. São formados grupos com funções de representação, organização, distribuição de tarefas, aculturação e mediação de conflitos entre seus membros.
Todos os presos são avaliados quanto ao cumprimento das normas estabelecidas, disciplina, o comportamento e o comprometimento do preso com o cumprimento da pena em um ambiente de convivência harmônica quanto a normas, valores, respeito ao outro, hábitos e forma de interação como qualquer coletivo social, e que propõe um distanciamento do ambiente insalubre e tenso comum ao estabelecimento prisional.
Mais informações: (82) 8418-3233
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ARGENTINA: Formación laboral en las cárceles
Año 4. Edición número 161. Domingo 26 de junio de 2011
Por Producción y Trabajo produccionytrabajo@miradasalsur.com Otra de las circunstancias dolorosas a través de las cuales deben transitar aquellos que recuperan su libertad luego de la cárcel es la obtención de un empleo. Muchas veces se debe a la escasa formación académica y laboral. Otras tantas, a la falta de experiencia en el trabajo. Es en esta circunstancia que el Estado, a través de la Secretaría de Empleo del Ministerio de Trabajo de la Nación, impulsa oportunidades de capacitación laboral para internos de diferentes unidades penitenciarias. La meta fundamental es que al recuperar su libertad estén en mejores condiciones de insertarse en el mercado laboral. Gran parte de las personas detenidas no han tenido empleos formales. Por esa razón, recuperar o en muchos casos propender a instalar la cultura del trabajo es fundamental para promover la reinserción social.
Así lo expresó el ministro de Trabajo de la Nación, Carlos Tomada, quien destacó que esta propuesta para quienes están privados de su libertad “forma parte de un proyecto político que se viene llevando adelante en nuestro país desde mayo de 2003, que está profundamente vinculado con la idea de la inclusión social. Es un proceso que implica la recuperación del trabajo”.
En este sentido, subrayó que desde la cartera laboral se redobló el esfuerzo para reducir la vulnerabilidad laboral de sectores seriamente afectados por las recurrentes crisis que ha vivido el país. “Estamos en una etapa de reconstrucción de derechos. Por eso, nos encontramos haciendo frente a otros desafíos, a nuevas demandas de poblaciones vulnerables que necesitamos incluir.”
Estas acciones de formación para el trabajo se desarrollan en conjunto con el Ministerio de Justicia de la Nación y el Servicio Penitenciario Federal, más los distintos servicios penitenciarios provinciales que se van sumando a esta línea de trabajo desde mediados de 2009. Por lo pronto, ya son más de mil personas privadas de su libertad las que pasaron por las aulas.
En marcha. El desarrollo de esta iniciativa se lleva adelante a través de los cursos que, por medio de convenios, las organizaciones estatales firmaron con distintos sindicatos. Por caso, para las capacitaciones en construcción se trabaja junto a la Fundación Uocra; en el caso de la formación en mecánica automotriz, con Smata; de plomería y electricidad, junto a Fateryh (Federación Argentina de Trabajadores de Edificios de Renta y Horizontal), y de reparación de PC, con el Sindicato de Empleados de Comercio. También se firmaron convenios con distintas organizaciones de la sociedad civil que desarrollan proyectos artísticos y productivos.
Asimismo, se ofrece a los participantes –específicamente a quienes comienzan a tener alternativas de salidas transitorias o libertad condicional–, la posibilidad de ingresar al Seguro de Capacitación y Empleo con el apoyo de los Patronatos de Liberados locales. Hasta el momento, se incorporaron al Seguro más de setecientas personas en contexto de encierro o liberadas. Esto permite que, en la actualidad, la mayoría esté participando en acciones de terminalidad educativa primaria o secundaria y, a la vez, cuenten con una asignación dineraria mensual.
Esta iniciativa se puso en marcha en establecimientos penitenciarios federales y de las provincias de Buenos Aires, La Rioja, Mendoza, San Juan, Jujuy, Salta, Santiago del Estero y Río Negro. Recientemente se sumaron Entre Ríos y Chaco, mientras está próxima la firma de convenios en las provincias de Tucumán, Córdoba y Misiones.
Por último, y también en la perspectiva del desarrollo de políticas activas para poblaciones vulnerables, informó Trabajo de la Nación la firma de un convenio para la capacitación e inserción laboral de jóvenes rehabilitados de adicciones. La rúbrica tuvo lugar días pasados en el Aula Magna de la Facultad de Medicina de la Universidad de Buenos Aires (UBA) y fue consignado por el ministro de Trabajo, Carlos Tomada; el ministro de Justicia y DD.HH., Julio Alak, y la diputada de la Ciudad Autónoma de Bueno Aires y presidenta de la Asociación Civil ILEPOS, María Elena Naddeo.
FUENTE
Por Producción y Trabajo produccionytrabajo@miradasalsur.com Otra de las circunstancias dolorosas a través de las cuales deben transitar aquellos que recuperan su libertad luego de la cárcel es la obtención de un empleo. Muchas veces se debe a la escasa formación académica y laboral. Otras tantas, a la falta de experiencia en el trabajo. Es en esta circunstancia que el Estado, a través de la Secretaría de Empleo del Ministerio de Trabajo de la Nación, impulsa oportunidades de capacitación laboral para internos de diferentes unidades penitenciarias. La meta fundamental es que al recuperar su libertad estén en mejores condiciones de insertarse en el mercado laboral. Gran parte de las personas detenidas no han tenido empleos formales. Por esa razón, recuperar o en muchos casos propender a instalar la cultura del trabajo es fundamental para promover la reinserción social.
Así lo expresó el ministro de Trabajo de la Nación, Carlos Tomada, quien destacó que esta propuesta para quienes están privados de su libertad “forma parte de un proyecto político que se viene llevando adelante en nuestro país desde mayo de 2003, que está profundamente vinculado con la idea de la inclusión social. Es un proceso que implica la recuperación del trabajo”.
En este sentido, subrayó que desde la cartera laboral se redobló el esfuerzo para reducir la vulnerabilidad laboral de sectores seriamente afectados por las recurrentes crisis que ha vivido el país. “Estamos en una etapa de reconstrucción de derechos. Por eso, nos encontramos haciendo frente a otros desafíos, a nuevas demandas de poblaciones vulnerables que necesitamos incluir.”
Estas acciones de formación para el trabajo se desarrollan en conjunto con el Ministerio de Justicia de la Nación y el Servicio Penitenciario Federal, más los distintos servicios penitenciarios provinciales que se van sumando a esta línea de trabajo desde mediados de 2009. Por lo pronto, ya son más de mil personas privadas de su libertad las que pasaron por las aulas.
En marcha. El desarrollo de esta iniciativa se lleva adelante a través de los cursos que, por medio de convenios, las organizaciones estatales firmaron con distintos sindicatos. Por caso, para las capacitaciones en construcción se trabaja junto a la Fundación Uocra; en el caso de la formación en mecánica automotriz, con Smata; de plomería y electricidad, junto a Fateryh (Federación Argentina de Trabajadores de Edificios de Renta y Horizontal), y de reparación de PC, con el Sindicato de Empleados de Comercio. También se firmaron convenios con distintas organizaciones de la sociedad civil que desarrollan proyectos artísticos y productivos.
Asimismo, se ofrece a los participantes –específicamente a quienes comienzan a tener alternativas de salidas transitorias o libertad condicional–, la posibilidad de ingresar al Seguro de Capacitación y Empleo con el apoyo de los Patronatos de Liberados locales. Hasta el momento, se incorporaron al Seguro más de setecientas personas en contexto de encierro o liberadas. Esto permite que, en la actualidad, la mayoría esté participando en acciones de terminalidad educativa primaria o secundaria y, a la vez, cuenten con una asignación dineraria mensual.
Esta iniciativa se puso en marcha en establecimientos penitenciarios federales y de las provincias de Buenos Aires, La Rioja, Mendoza, San Juan, Jujuy, Salta, Santiago del Estero y Río Negro. Recientemente se sumaron Entre Ríos y Chaco, mientras está próxima la firma de convenios en las provincias de Tucumán, Córdoba y Misiones.
Por último, y también en la perspectiva del desarrollo de políticas activas para poblaciones vulnerables, informó Trabajo de la Nación la firma de un convenio para la capacitación e inserción laboral de jóvenes rehabilitados de adicciones. La rúbrica tuvo lugar días pasados en el Aula Magna de la Facultad de Medicina de la Universidad de Buenos Aires (UBA) y fue consignado por el ministro de Trabajo, Carlos Tomada; el ministro de Justicia y DD.HH., Julio Alak, y la diputada de la Ciudad Autónoma de Bueno Aires y presidenta de la Asociación Civil ILEPOS, María Elena Naddeo.
FUENTE
BRASIL:Alagoas terá primeiro Módulo de Respeito no sistema prisional
Servidores da Superintendência Geral de Administração Penitenciária (Sgap) participam até esta quinta-feira (30) do Colóquio sobre Módulos de Respeito. O encontro acontece da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e faz parte do treinamento para a implantação do primeiro Módulo de Respeito em Alagoas. Gestores da Agência que administra o sistema penitenciário em Goiás são os facilitadores do evento. Hoje, a partir das 9h, serão ministradas aulas práticas nas instalações do Núcleo Ressocializador da Capital, que se encontra em fase de conclusão das obras.
O Módulo de respeito será implantado no Núcleo Ressocializador da Capital e vai receber presos do sexo masculino que estão no regime fechado. De início, serão 50 e posteriormente 157 vagas. Em seguida, serão construídos mais dois módulos onde se pretende acomodar 300 custodiados. As celas vão comportar no máximo quatro pessoas. Os reeducandos vão desenvolver atividades voltadas para o trabalho, além de educação e lazer.
A metodologia adotada no Módulo será a de capacitar profissionalmente os internos, sem descuidar da segurança. A seleção dos presos será feita pela Gerência com o apoio de psicólogos e assistentes sociais. O preso vai ter a vida analisada levando em conta a questão familiar, o nível de escolaridade e também a aptidão para o trabalho de cada um.
O gerente de ensino da Agência Goiana do Sistema Prisional, Anderson Brasil, apontou o módulo de respeito como uma forma de se cumprir a lei penal. Segundo ele, a experiência goiana que completou três anos, obteve resultados positivos. Todos os reeducandos que entraram para o Módulo, não retornaram ao cárcere. O gerente destacou a estrutura e a participação dos servidores do Núcleo Ressocializador. “Vai dá certo, tem estrutura adequada; os gerentes e servidores estão empenhados. O módulo vai ser um sucesso”, enfatizou Anderson Brasil.
De acordo com a psicóloga do Núcleo Ressocilaizador, Luisa Maria Marques Luz Amorim, o trabalho é importante e necessita de uma parceira entre Estado e sociedade para manter-se. Para ela, o Módulo resgata a dignidade e reconhece os direitos humanos que não podem ser negados aos custodiados. “Os reeducandos também são da sociedade, embora presos eles merecem trabalho e lazer, para que possam ser reinseridos com possibilidade de conseguir trabalho”, destacou Luisa Maria.
Para a gerente geral do Núcleo Ressocilaizador, Fernanda Aranda, a inauguração do Módulo de Respeito é um divisor de águas para a Administração Penitenciária. Ela ressalta a seriedade da prática. “Os reeducandos terão que cumprir regras como se estivessem em casa com sua família, eles estarão em uma comunidade com qualquer outra fora do Sistema Prisional,” afirmou a gerente.
Na opinião do gerente de segurança do Núcleo Ressocializador, Felipe Campos, o módulo de respeito é o sistema mais adequado para resolver o problema carcerário no Brasil não só em Alagoas. Na opinião dele é uma forma de contribuir para a efetiva reintegração social do interno. Ele disse que a experiência passada pelos palestrantes vai evitar problemas no início dos trabalhos.
“Eles implantaram no Estado de Goiás, e já passaram por dificuldades e êxitos e podem nos ajudar a evitar esses percalços”, explicou Felipe. Na opinião do agente penitenciário Alexandre Santos de Oliveira, a iniciativa é um avanço para o Estado e o Sistema Prisional alagoano. Segundo ele, mesmo com a diferença cultural entre Goiás e Alagoas, a prática tem tudo para dá certo. “Estou ansioso pra ver na prática tudo que estamos vendo aqui nas palestras” ressaltou o agente.
O evento é ministrado por representantes da Agência Goiana do Sistema Prisional: a gerente de Reintegração Social, Marly Quermes, o gerente de Ensino, Anderson Brasil, a coordenadora educacional, Marlana Martins e o coordenador do Módulo de Respeito, AB Shouzo.
por Agência Alagoas
O Módulo de respeito será implantado no Núcleo Ressocializador da Capital e vai receber presos do sexo masculino que estão no regime fechado. De início, serão 50 e posteriormente 157 vagas. Em seguida, serão construídos mais dois módulos onde se pretende acomodar 300 custodiados. As celas vão comportar no máximo quatro pessoas. Os reeducandos vão desenvolver atividades voltadas para o trabalho, além de educação e lazer.
A metodologia adotada no Módulo será a de capacitar profissionalmente os internos, sem descuidar da segurança. A seleção dos presos será feita pela Gerência com o apoio de psicólogos e assistentes sociais. O preso vai ter a vida analisada levando em conta a questão familiar, o nível de escolaridade e também a aptidão para o trabalho de cada um.
O gerente de ensino da Agência Goiana do Sistema Prisional, Anderson Brasil, apontou o módulo de respeito como uma forma de se cumprir a lei penal. Segundo ele, a experiência goiana que completou três anos, obteve resultados positivos. Todos os reeducandos que entraram para o Módulo, não retornaram ao cárcere. O gerente destacou a estrutura e a participação dos servidores do Núcleo Ressocializador. “Vai dá certo, tem estrutura adequada; os gerentes e servidores estão empenhados. O módulo vai ser um sucesso”, enfatizou Anderson Brasil.
De acordo com a psicóloga do Núcleo Ressocilaizador, Luisa Maria Marques Luz Amorim, o trabalho é importante e necessita de uma parceira entre Estado e sociedade para manter-se. Para ela, o Módulo resgata a dignidade e reconhece os direitos humanos que não podem ser negados aos custodiados. “Os reeducandos também são da sociedade, embora presos eles merecem trabalho e lazer, para que possam ser reinseridos com possibilidade de conseguir trabalho”, destacou Luisa Maria.
Para a gerente geral do Núcleo Ressocilaizador, Fernanda Aranda, a inauguração do Módulo de Respeito é um divisor de águas para a Administração Penitenciária. Ela ressalta a seriedade da prática. “Os reeducandos terão que cumprir regras como se estivessem em casa com sua família, eles estarão em uma comunidade com qualquer outra fora do Sistema Prisional,” afirmou a gerente.
Na opinião do gerente de segurança do Núcleo Ressocializador, Felipe Campos, o módulo de respeito é o sistema mais adequado para resolver o problema carcerário no Brasil não só em Alagoas. Na opinião dele é uma forma de contribuir para a efetiva reintegração social do interno. Ele disse que a experiência passada pelos palestrantes vai evitar problemas no início dos trabalhos.
“Eles implantaram no Estado de Goiás, e já passaram por dificuldades e êxitos e podem nos ajudar a evitar esses percalços”, explicou Felipe. Na opinião do agente penitenciário Alexandre Santos de Oliveira, a iniciativa é um avanço para o Estado e o Sistema Prisional alagoano. Segundo ele, mesmo com a diferença cultural entre Goiás e Alagoas, a prática tem tudo para dá certo. “Estou ansioso pra ver na prática tudo que estamos vendo aqui nas palestras” ressaltou o agente.
O evento é ministrado por representantes da Agência Goiana do Sistema Prisional: a gerente de Reintegração Social, Marly Quermes, o gerente de Ensino, Anderson Brasil, a coordenadora educacional, Marlana Martins e o coordenador do Módulo de Respeito, AB Shouzo.
por Agência Alagoas
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AP IMPACT: Teaching jihad in Indonesian prisons
By NINIEK KARMINI, Associated Press Niniek Karmini, Associated Press – Thu Jun 30, 7:29 am ET
PORONG PRISON, Indonesia – A sweeping crackdown on terrorism in the past decade has spawned a new problem in Indonesia, the world's most populous Muslim nation: Militants in jail are recruiting new followers to their cause.
Prisons threaten to undermine the progress made against terrorism here since 2002, when nightclub bombings killed 202 people on the tourist island of Bali, many of them Australians and Americans.
The campaign has assumed global importance because of feared links between Southeast Asian terrorist groups and al-Qaida. That possibility was underlined by the January arrest of Bali bombing suspect Umar Patek in Abbottabad, the same Pakistani town where Osama bin Laden was killed in May.
The Associated Press was granted two days of unfettered access to Porong prison in early June by the chief warden, who wanted to show that changes were being made to limit the influence of jihadist inmates. While there were improvements, interviews with terrorists and other convicts show how openly the former still court some of the latter.
Porong is a huddle of low concrete buildings set on 40 acres (15 hectares) near Surabaya, the country's second-biggest city. It is home to 27 terrorists — some of the 150 currently held in prisons across the sprawling Indonesian archipelago.
Block F is technically reserved for terrorists but also accommodates about 50 others because of overcrowding. The prison, designed to hold 1,000 inmates, has 1,327.
An elaborate green garden flourishes in the thick heat. Bearded terrorists tend ducks, and fish splash in small ponds. Some militants play sports with other inmates, while others read the Quran or teach Islam to ordinary prisoners.
"We only explain what they should know about jihad," said Syamsuddin, who is serving a life sentence for his role in a gun attack on a karaoke club in Ambon that killed two Christians in 2005. "It's up to them whether to accept it or not."
Syamsuddin was trained in bomb-making by alleged al-Qaida terrorist Omar al-Farouq during Muslim-Christian conflict in Ambon between 1999 and 2002.
Muhammad Syarif Tarabubun, a former police officer, was sentenced to 15 years for his role in the same attack. He laughed easily and smiled broadly as he explained his extremist views. He said he plans to join a jihad in Afghanistan, Iraq or Lebanon after his likely early release in 2013 for good behavior.
"The death of Osama bin Laden will not ruin our spirit for jihad," he said. "We do it not for a figure. We do it for God's blessing."
Radicalization is common in Pakistan's and Afghanistan's overcrowded prisons, where thousands of terrorists and insurgents mix freely with others, according to a 15-country study by the London-based International Centre for the Study of Radicalization and Political Violence.
In the U.S., Omar Abdel Rahman, the blind sheik behind the 1993 World Trade Center bombing, managed to send inflammatory messages from his prison cell to followers in Egypt. There is debate over whether and how far Islamic radicals are infiltrating U.S. prisons.
One exception may be Saudi Arabia, which is fending off radicalization in prisons through an unusually well-funded and comprehensive program. Its "golden handcuffs" approach of finding wives for captured terrorists and enmeshing them in a web of personal, financial, religious and professional obligations once released is regarded as pioneering.
In Indonesia, experts say, some radicals finish their sentences with an even greater commitment to deadly jihad. Of 120 arrested and 25 killed in raids since February 2010, some 26 had previously been in prison for terrorist acts, according to the International Crisis Group, which researches deadly conflict.
Sidney Jones, one of the group's Southeast Asia terrorism experts, calls Indonesia's prisons the weakest link in the counterterrorism effort. "It's going to undermine everything that the police are doing to break up these networks," she said.
Porong prison, though immaculately clean and far from grim, has ceilings that leak copiously during the rainy season and swarms of mosquitoes at night. Inmates are allowed out of their gray windowless cells from 7 a.m. to 5 p.m. Within Block F, a small shop is a favorite gathering place.
Nearby, nine men wearing traditional Muslim shirts sit on a floor listening intently to a religious lesson by Maulana Yusuf Wibisono, who stockpiled explosives for a 2004 suicide bombing of the Australian embassy in Jakarta that killed 10 people.
These men, part of the ordinary prison population, diligently copy what Wibisono writes on a small white board.
"It's still too early to invite them for jihad," said the 42-year-old terrorist. He is the former leader of the East Java military wing of Jemaah Islamiyah, the group behind the 2002 Bali bombing. "To change their way of life is more important."
Many are in awe of the terrorists' piety and dangerous reputations. Militants also get extra food and other goods, both from supporters and through police attempts at rehabilitation, adding to their sway in prison. Often bearded and clad in robes, sarongs or ankle pants, they stand out from the other inmates.
"Don't judge them as bad guys," said Frans Sandi, who is serving 13 years for murdering his wife. He is a regular at Wisibono's religious instruction. "They are even able to turn bad guys into good."
He is now well versed in the Quran, fasts and never misses the call to pray five times day — things he had never done in the past.
His budding faith is seen by terrorists as a necessary step toward accepting their extremist version of Islam. While his good behavior and piety may earn him an early release, his debt to the radicals could one day see him used as a terrorist enabler.
"These men understand that wider support for their activities is crucial to the longevity of their movement," says "Jihadists in Jail," a report released in May by the Australian Strategic Policy Institute. "That's why they continue their dakwah (religious outreach) in prison to ensure they can recruit new members and that their own zeal for militant jihad isn't diminished."
Radical preachers, too, have played a role in recruiting behind bars.
In Sukamiskin prison, cleric Aman Abdurrahman won over three students arrested for a hazing death. They were re-arrested last year during a raid on a terror training camp in Aceh province.
Another firebrand cleric, Abu Bakar Bashir, was sentenced recently to 15 years for supporting the Aceh camp. Experts say the imprisonment of Bashir, who co-founded Jemaah Islamiyah, is unlikely to stop him from providing crucial spiritual sanction for terrorism.
Though there have been several more attacks since the Bali bombings, none has been anywhere near as deadly. Analysts credit a crackdown that has netted nearly 700 militants since 2000, including police killings of several key leaders.
But Indonesia, where more than 100 million still live in poverty, lacks the resources to mount a comprehensive program to persuade convicted terrorists to renounce violence. And dozens of Jemaah Islamiyah members are due for release in the coming three years.
"In the absence of a really concerted program, ... you are going to see most of them going back to their networks for the simple reason that those networks are based on family ties," said Carl Ungerer, author of the Jihadists in Jail report.
Nur Achmad, the chief warden at Porong, said he was shocked when he took over late last year to see regular inmates moving freely in and out of Block F. Some had changed their appearance, lengthening their hair and beards in imitation of the militants.
"I have to stop this," Achmad said. "I don't want them spreading radicalism to other inmates."
Prisoners from other blocks are now restricted from entering Block F. Those in the block are allowed to study Islam with the militants but under tighter supervision, including what kind of instruction can be given. Closed-circuit television cameras have been installed.
The extremists have protested Achmad's changes in letters to the police and the justice and human rights ministries. He also received threatening text messages, warning him that his daily routine and family's whereabouts were known, and that a network outside the prison could harm him.
Government officials acknowledge that reforming radicals isn't easy. "This program has so far not yielded optimum results," said Ansyaad Mbai, the head of Indonesia's anti-terrorism agency.
Sometimes the best that can be achieved is a shaky commitment not to wage jihad at home — potentially exporting the problem abroad.
For Slamet Widodo, sentenced to five years for his role in a 2003 bombing of the JW Marriott hotel in Jakarta that killed 12, violent jihad remains an obligation as long as Muslims suffer injustice.
"But now we know Indonesia is not a proper place for the field of jihad," said Widodo, a veteran of al-Qaida military training in the early 1990s in Afghanistan.
He is looking further afield while occasionally attending government-run deradicalization sessions.
"If there is a chance to jihad abroad, I would go," he said. "Why not?"
source
PORONG PRISON, Indonesia – A sweeping crackdown on terrorism in the past decade has spawned a new problem in Indonesia, the world's most populous Muslim nation: Militants in jail are recruiting new followers to their cause.
Prisons threaten to undermine the progress made against terrorism here since 2002, when nightclub bombings killed 202 people on the tourist island of Bali, many of them Australians and Americans.
The campaign has assumed global importance because of feared links between Southeast Asian terrorist groups and al-Qaida. That possibility was underlined by the January arrest of Bali bombing suspect Umar Patek in Abbottabad, the same Pakistani town where Osama bin Laden was killed in May.
The Associated Press was granted two days of unfettered access to Porong prison in early June by the chief warden, who wanted to show that changes were being made to limit the influence of jihadist inmates. While there were improvements, interviews with terrorists and other convicts show how openly the former still court some of the latter.
Porong is a huddle of low concrete buildings set on 40 acres (15 hectares) near Surabaya, the country's second-biggest city. It is home to 27 terrorists — some of the 150 currently held in prisons across the sprawling Indonesian archipelago.
Block F is technically reserved for terrorists but also accommodates about 50 others because of overcrowding. The prison, designed to hold 1,000 inmates, has 1,327.
An elaborate green garden flourishes in the thick heat. Bearded terrorists tend ducks, and fish splash in small ponds. Some militants play sports with other inmates, while others read the Quran or teach Islam to ordinary prisoners.
"We only explain what they should know about jihad," said Syamsuddin, who is serving a life sentence for his role in a gun attack on a karaoke club in Ambon that killed two Christians in 2005. "It's up to them whether to accept it or not."
Syamsuddin was trained in bomb-making by alleged al-Qaida terrorist Omar al-Farouq during Muslim-Christian conflict in Ambon between 1999 and 2002.
Muhammad Syarif Tarabubun, a former police officer, was sentenced to 15 years for his role in the same attack. He laughed easily and smiled broadly as he explained his extremist views. He said he plans to join a jihad in Afghanistan, Iraq or Lebanon after his likely early release in 2013 for good behavior.
"The death of Osama bin Laden will not ruin our spirit for jihad," he said. "We do it not for a figure. We do it for God's blessing."
Radicalization is common in Pakistan's and Afghanistan's overcrowded prisons, where thousands of terrorists and insurgents mix freely with others, according to a 15-country study by the London-based International Centre for the Study of Radicalization and Political Violence.
In the U.S., Omar Abdel Rahman, the blind sheik behind the 1993 World Trade Center bombing, managed to send inflammatory messages from his prison cell to followers in Egypt. There is debate over whether and how far Islamic radicals are infiltrating U.S. prisons.
One exception may be Saudi Arabia, which is fending off radicalization in prisons through an unusually well-funded and comprehensive program. Its "golden handcuffs" approach of finding wives for captured terrorists and enmeshing them in a web of personal, financial, religious and professional obligations once released is regarded as pioneering.
In Indonesia, experts say, some radicals finish their sentences with an even greater commitment to deadly jihad. Of 120 arrested and 25 killed in raids since February 2010, some 26 had previously been in prison for terrorist acts, according to the International Crisis Group, which researches deadly conflict.
Sidney Jones, one of the group's Southeast Asia terrorism experts, calls Indonesia's prisons the weakest link in the counterterrorism effort. "It's going to undermine everything that the police are doing to break up these networks," she said.
Porong prison, though immaculately clean and far from grim, has ceilings that leak copiously during the rainy season and swarms of mosquitoes at night. Inmates are allowed out of their gray windowless cells from 7 a.m. to 5 p.m. Within Block F, a small shop is a favorite gathering place.
Nearby, nine men wearing traditional Muslim shirts sit on a floor listening intently to a religious lesson by Maulana Yusuf Wibisono, who stockpiled explosives for a 2004 suicide bombing of the Australian embassy in Jakarta that killed 10 people.
These men, part of the ordinary prison population, diligently copy what Wibisono writes on a small white board.
"It's still too early to invite them for jihad," said the 42-year-old terrorist. He is the former leader of the East Java military wing of Jemaah Islamiyah, the group behind the 2002 Bali bombing. "To change their way of life is more important."
Many are in awe of the terrorists' piety and dangerous reputations. Militants also get extra food and other goods, both from supporters and through police attempts at rehabilitation, adding to their sway in prison. Often bearded and clad in robes, sarongs or ankle pants, they stand out from the other inmates.
"Don't judge them as bad guys," said Frans Sandi, who is serving 13 years for murdering his wife. He is a regular at Wisibono's religious instruction. "They are even able to turn bad guys into good."
He is now well versed in the Quran, fasts and never misses the call to pray five times day — things he had never done in the past.
His budding faith is seen by terrorists as a necessary step toward accepting their extremist version of Islam. While his good behavior and piety may earn him an early release, his debt to the radicals could one day see him used as a terrorist enabler.
"These men understand that wider support for their activities is crucial to the longevity of their movement," says "Jihadists in Jail," a report released in May by the Australian Strategic Policy Institute. "That's why they continue their dakwah (religious outreach) in prison to ensure they can recruit new members and that their own zeal for militant jihad isn't diminished."
Radical preachers, too, have played a role in recruiting behind bars.
In Sukamiskin prison, cleric Aman Abdurrahman won over three students arrested for a hazing death. They were re-arrested last year during a raid on a terror training camp in Aceh province.
Another firebrand cleric, Abu Bakar Bashir, was sentenced recently to 15 years for supporting the Aceh camp. Experts say the imprisonment of Bashir, who co-founded Jemaah Islamiyah, is unlikely to stop him from providing crucial spiritual sanction for terrorism.
Though there have been several more attacks since the Bali bombings, none has been anywhere near as deadly. Analysts credit a crackdown that has netted nearly 700 militants since 2000, including police killings of several key leaders.
But Indonesia, where more than 100 million still live in poverty, lacks the resources to mount a comprehensive program to persuade convicted terrorists to renounce violence. And dozens of Jemaah Islamiyah members are due for release in the coming three years.
"In the absence of a really concerted program, ... you are going to see most of them going back to their networks for the simple reason that those networks are based on family ties," said Carl Ungerer, author of the Jihadists in Jail report.
Nur Achmad, the chief warden at Porong, said he was shocked when he took over late last year to see regular inmates moving freely in and out of Block F. Some had changed their appearance, lengthening their hair and beards in imitation of the militants.
"I have to stop this," Achmad said. "I don't want them spreading radicalism to other inmates."
Prisoners from other blocks are now restricted from entering Block F. Those in the block are allowed to study Islam with the militants but under tighter supervision, including what kind of instruction can be given. Closed-circuit television cameras have been installed.
The extremists have protested Achmad's changes in letters to the police and the justice and human rights ministries. He also received threatening text messages, warning him that his daily routine and family's whereabouts were known, and that a network outside the prison could harm him.
Government officials acknowledge that reforming radicals isn't easy. "This program has so far not yielded optimum results," said Ansyaad Mbai, the head of Indonesia's anti-terrorism agency.
Sometimes the best that can be achieved is a shaky commitment not to wage jihad at home — potentially exporting the problem abroad.
For Slamet Widodo, sentenced to five years for his role in a 2003 bombing of the JW Marriott hotel in Jakarta that killed 12, violent jihad remains an obligation as long as Muslims suffer injustice.
"But now we know Indonesia is not a proper place for the field of jihad," said Widodo, a veteran of al-Qaida military training in the early 1990s in Afghanistan.
He is looking further afield while occasionally attending government-run deradicalization sessions.
"If there is a chance to jihad abroad, I would go," he said. "Why not?"
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Mensagem de boas-vindas
"...Quando um voluntário é essencialmente um visitador prisional, saiba ele que o seu papel, por muito pouco que a um olhar desprevenido possa parecer, é susceptível de produzir um efeito apaziguador de grande alcance..."
"... When one is essentially a volunteer prison visitor, he knows that his role, however little that may seem a look unprepared, is likely to produce a far-reaching effect pacificatory ..."
Dr. José de Sousa Mendes
Presidente da FIAR